Por Túlia Savela Em Maria, minha mãe!

É moleza ser santo

Basta você encontrar a sua vocação e vivê-la! Não tenha medo! Siga o exemplo de Maria e seja santo

Arquivo MI
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Viver a própria vocação leva à santidade

Por Dom Nelson Westrupp, Bispo Emérito de Santo André 

Todos os batizados e batizadas são chamados a ser santos. É nossa vocação fundamental [cf. Lumen Gentium (LG) 40]. Ser santo/a significa participar da própria vida de Deus. Santo/a quer dizer que se parece com Deus. Na verdade, “não é possível compreender plenamente o sentido da vocação batismal, se não se considera que ela é para todos, sem exceção, um chamado à santidade” [Documento Final (DF) - Sínodo dos Bispos sobre os jovens 84]. Por isso, “somente a partir da única vocação à santidade, pode-se articular as diferentes formas de vida” (ibidem 165).

Ensina a Igreja que “todos os cristãos, de qualquer condição ou estado, são chamados pelo Senhor, cada um por seu caminho, para a perfeição da santidade pelo qual o próprio Deus é perfeito” (LG 11). Se “todos os fiéis cristãos são convidados e obrigados a procurar a santidade e a perfeição do próprio estado” (ibidem, 42), com mais razão ainda são admoestados a viverem “como convém a santos” Ef 5,3) e “como eleitos de Deus” (Cl 3, 12), os que desejarem seguir Jesus Cristo mais de perto.

Diariamente somos convidados a aprofundar nossa vocação cristã e nossa vocação específica. São Pedro insiste em que cuidemos cada vez mais de confirmar a nossa vocação e eleição. Procedendo assim, jamais tropeçaremos (cf. 2Pd 1,10).

O 4º Congresso Vocacional do Brasil, a ser realizado de 5 a 8 de setembro de 2019, em Aparecida-SP, com o tema: “Vocação e Discernimento”, tem o objetivo de sensibilizar, animar e motivar a cultura vocacional nas comunidades eclesiais e âmbitos sociais.

Também o Documento Final do Sínodo sobre os jovens, realizado em outubro do ano passado, lançou um forte apelo a toda a Igreja: “Devemos ser santos para poder convidar os jovens a tornar-se santos... Os jovens precisam de santos que formam outros santos, mostrando assim que “a santidade é o rosto mais belo da Igreja” (n. 166).

Descobrir e viver profundamente a própria vocação é caminho seguro de santidade. “Em Jesus, todos os jovens podem encontrar-se, com seus medos e esperanças, incertezas e sonhos, e nele podem confiar”. O fato é que Jesus quer contar com os jovens, até porque Cristo, “jovem com os jovens, torna-se modelo para os jovens e os consagra para o Senhor (Santo Irineu): santificou a juventude pelo próprio fato de tê-la vivido” (DF 63).

Inseridos na Igreja, Corpo de Cristo, circula em nós a corrente de graça, que a Ele nos configura e santifica. Na Igreja, encontramos os meios de santificação para alimentar a nossa fome e sede de santidade e a nossa perseverança na vocação a que fomos chamados. Pois, “quanto mais soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela fraternidade vivida, tanto mais há de crescer em nós a alegria de colaborar com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e paz” (Papa Francisco e as vocações, Edições CNBB, 1ª Ed. 2017, pág. 11).

A Igreja necessita urgentemente de fiéis cristãos que despertem o mundo com a santidade de vida. Precisamos de jovens santos. Por meio da santidade dos jovens, a Igreja rejuvenesce no seu ardor espiritual e no seu vigor missionário (cf. DF 167).

Modelo por excelência que correspondeu generosamente ao chamado do Senhor é Maria Santíssima, “Mãe do Filho de Deus e, por isso, filha predileta do Pai e sacrário do Espírito Santo” (LG 53).

A Mãe de Jesus e da Igreja ensine e ajude todo/a vocacionado/a a viver dignamente sua vocação específica e a alcançar uma vida santa.

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