Em 17 de outubro de 1971, trinta anos após a sua morte, depois de aberto o processo de Beatificação e Canonização, proclamada a heroicidade de suas virtudes, e reconhecidas como milagres as curas a ele atribuídas, Frei Maximiliano foi beatificado pelo Papa Paulo VI, como Confessor da fé.
E em 10 de outubro de 1982, no ano do oitavo centenário do nascimento de São Francisco de Assis, foi canonizado solenemente pelo Papa João Paulo II, como Mártir da caridade. Na homilia de canonização, João Paulo II expressou-se nos seguintes termos: "...Pela morte que padeceu Frei Maximiliano, renovou-se, neste nosso século, tão ameaçado pelo pecado e pela morte, aquele sinal transparente do amor. Para este extremo sacrifício, Maximiliano ia-se preparando, seguindo Cristo desde os primeiros anos de sua infância.
Um grande amor por Cristo e um desejo de martírio acompanhavam-no no caminho da vocação franciscana e sacerdotal. Maximiliano não morreu, ele deu a vida pelo irmão. É por isso que sua morte tornou-se sinal de vitória. Vitória sobre todo o sistema de desprezo e ódio do homem, e daquilo que no homem há de divino, vitória semelhante àquela que levou Nosso Senhor Jesus Cristo ao Calvário."
Naquela ocasião, estavam presentes, na praça de São Pedro, mais de 200 mil pessoas e, entre elas, estava também Francisco Gajowniczek, o pai de família por quem Frei Maximiliano deu a vida no campo de Auschwitz.
Papa João Paulo II na cela de São Maximiliano Kolbe