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Cem anos de solidão

“Cem anos de solidão” de Gabriel Garcia Márquez é a nossa dica de leitura para este mês.
O romance se passa na cidade imaginária de Macondo e conta a história de seus fundadores, liderados pela família Buendia-Iguaran... Trata-se de um casal de primos, que se casaram assustados pelo mito de que o casamento entre familiares poderia gerar filhos com defeitos. 
Este temor cria situações divertidas no início do relacionamento, mas também situações trágicas, e será, em última análise, o causador da mudança de cidade do casal para fundar Macondo.  
O nome Macondo aparece em Cem anos de Solidão sem nenhuma grande explicação. José Arcadio Buendía, durante a sua viagem de saída da cidade natal, tem um sonho de uma cidade cujas construções têm paredes de espelhos e cujo nome é Macondo, mas esse nome não tem nenhum significado. 
O casal tem três filhos: José Arcadio, Aureliano Buendía e Renata buendía. Posteriormente há a chegada de Rebeca. A cidade de Macondo é fundada por algumas famílias que acompanharam os Buendía durante a sua viagem, mas José Arcadio Buendía é o líder da comunidade. Então, A história de Cem anos de solidão passa a girar em torno da família Buendía por diversas gerações. São mostrados os encontros e desencontros ocorridos nas vidas de seus membros por diversos anos, até que o último Buendía vivo consegue decifrar as escrituras que prediziam o futuro da família. Uma população inteira que perde a memória. Mulheres que se trancam por décadas numa casa escura. Homens que arrastam atrás de si um cortejo de borboletas amarelas.
“Cem Anos de Solidão” apresenta, além do realismo fantástico, valores e questões a serem debatidas, originadas dos conflitos que constituem a relação entre o indivíduo e a sociedade; entre o espaço privado e o público; e a construção dos gêneros masculino e o feminino, através destas relações.

Fonte de pesquisa: www.cni.unc.br

Ana Cristina 
Equipe de Produção da Rádio Imaculada Conceição 1490 AM