A Igreja nos lembra a fidelidade com que a virgem Maria soube servir a Deus pela prática de uma fé profunda, e de um amor sem medida. Esse firme propósito de viver sempre submissa à vontade divina, Ela já o havia manifestado no momento da Anunciação. Saudada pelo anjo como a cheia de graça, Ela respondeu com humildade, dando a si mesma o título de serva e escrava, com o desejo de apenas realizar tudo o que Deus dela exigia. Precisamos pensar que, não conhecendo os detalhes do plano divino da Redenção, Maria teve que se apoiar só na sua fé, para enfrentar uma vida cheia de mistérios e incertezas. O nascimento de seu Filho, Deus humanado, numa cidade estranha e na maior pobreza, a fuga para o Egito, a vida de sacrifícios em Nazaré, a paixão e morte do Redentor, tudo forma surpresas que, humanamente, Ela não podia entender ou explicar. Tudo sofreu firme em sua fé, pois amava e amou muito a Deus. O Papa Bento 16 diz: “A fé de Maria vive a alegria da Anunciação, mas passa também pelas trevas da crucificação do Filho, para poder chegar à luz da Ressurreição”. Mas permanece sempre fiel a Deus. Entreguemo-nos a Ela e digamos como Santa Isabel: “Bem aventurada aquela que acreditou no cumprimento da palavra do Senhor”. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de janeiro:
Para que a colaboração sincera de todos os cristãos acelere o processo de unidade e de paz.