O amor e o perdão formam o centro do pensamento de Pe. Kolbe. Em Auschwitz, ofereceu-se para morrer no lugar de um condenado, um pai de família. Para ele não perdoar significa ter o coração fechado ao amor. Quem fez a consagração/entrega à virgem Imaculada deve ser missionário do amor de Deus, ou seja: deve amar a todos, os bons e os maus, os amigos e os inimigos. Para todos deve estender a mão plena de amor, por todos rezar e sofrer, a todos desejar o bem e a felicidade, como fez a virgem Imaculada já que é Deus quem o quer! O amor de Deus partilhado com o próximo se manifesta não em criticar os outros, mas no empenho pela sua melhora; o próximo deve ser amado não pelo fato de ser simpático, rico, influente ou ser agradecido. Estes são motivos indignos de um consagrado à Imaculada, que teve seu o coração transpassado pela espada porque amou sem cessar e perdoou sempre, especialmente aqueles que fizeram o seu Filho sofrer. Contemplando e entregando-nos à Mãe Imaculada como Pe. Kolbe, não esqueçamos de que quanto mais nos aproximamos dela, tanto mais através dela estaremos fazendo a vontade de Deus, unidos entre nós e fortalecendo-nos nesta força criativa de viver o amor e semear o perdão. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de setembro:
Para que as nossas comunidades eclesiais, em virtude do seu caminho de fé, sejam cada vez mais acolhedoras para os “não praticantes”.