Nossa Senhora

A Estrela Guia e o Túmulo Vazio: As Alegrias da Epifania e da Ressurreição

Como o reconhecimento dos Reis Magos e a vitória sobre a morte encheram o coração de Maria de júbilo

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Escrito por Karina Fonseca

14 AGO 2026 - 15H00

ACI Digital

Dando continuidade à nossa jornada pelas Alegrias de Maria, o artigo de hoje nos conduz da infância de Cristo à Sua gloriosa vitória sobre a morte. A Terceira Alegria de Nossa Senhora ocorreu na Adoração dos Reis Magos.

Para uma mãe que deu à luz na pobreza de uma gruta, ver sábios e reis vindos do Oriente para prostrar-se diante de seu Filho deve ter sido um momento de imenso júbilo profético. Eles representavam todas as nações da terra reconhecendo Jesus como Rei e Salvador. A alegria de Maria, neste momento, é a alegria da Igreja que vê o Evangelho alcançar todos os povos.

Mas é na Quarta Alegria que encontramos o ápice da consolação mariana: a Ressurreição de Jesus. Embora os Evangelhos não narrem o encontro de Cristo ressuscitado com Sua Mãe, a tradição da Igreja sempre acreditou que Ele apareceu primeiramente a ela.

Após a terrível dor do Calvário, das lágrimas e do sepultamento, a visão de Seu Filho glorioso, vivo e resplandecente, enxugou todas as lágrimas de Maria.

Essa alegria nos ensina que o sofrimento não tem a última palavra. Assim como a Virgem experimentou o júbilo da ressurreição após a sexta-feira da Paixão, nós também somos convidados a manter a fé de que Deus transformará nossos dias de pranto em manhãs de glória.

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Por Karina Fonseca, em Nossa Senhora

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