Por Frei Sebastião Benito Quaglio Em Maria, minha mãe! Atualizada em 04 FEV 2020 - 11H14

Luz do mundo

“Um menino nasceu, um filho nos foi dado” (Is 9,6), e, com Ele, carinho e esperança

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Luz do Mundo


No dia 2 de fevereiro, a Igreja celebra a Apresentação de Jesus ao Templo. Neste dia, eu gosto de me imaginar como um dos milhares de peregrinos que estavam no Templo de Jerusalém. Imagino-me vendo aquele casal com um neném novinho sendo levado para cumprir um preceito religioso da época. Olhe para esta foto que ilustra a página. Frei Gilson Nunes e eu estamos com a Manuelle, filha da Ana Carolina, que foi Jovem Aprendiz na Milícia da Imaculada.

Deus Todo-poderoso se apresentou a nós como ela, viu! Pequena, cheia de ternura e transmitindo amor nos olhinhos. Como profetizou Isaías: “Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado” e, com Ele, carinho e esperança. Maria deveria ser purificada depois do parto como as mulheres do seu tempo. Jesus, por ser o primeiro filho do casal deveria ser resgatado porque todo primogênito era reconhecido como propriedade exclusiva de Deus. Para poder ser levado para a casa, a família precisava realizar uma oferta simbólica a Deus.

Quando José e Maria foram cumprir estes preceitos, tiveram uma surpresa. Aliás, duas, conforme nos conta o evangelista Lucas no segundo capítulo de seu Evangelho, nos versículos de 21 a 38. Primeiro foi o encontro com Simeão, que era um senhor de idade e disse que Deus já poderia levá-lo, pois, tinha visto a luz que veio para iluminar todas as nações. Depois, a Ana, que aos 84 anos, viu Jesus no Templo e começou a falar dele para todos.

Nos versículos 34 e 35, Simeão disse que o Menino Jesus seria um sinal de contradição para muitos em Israel e que Maria sentiria uma dor tão grande como se fosse uma espada a atravessá-la. Deus manifestou por meio das palavras de Simeão a dinâmica de conflito que existe no caminho de conversão. Converter-se é encontrar a Deus e rejeitar tudo o que se opõe a Ele. Jesus será sempre sinal de contradição, não há como segurar a bandeira de Cristo e outras ao mesmo tempo. A fé cristã exige de nós opções claras de vida. E a vida de Cristo está sempre unida àquela de Maria.

A espada profetizada foi realmente a missão corajosa dessa criança que levou até o fim o amor pelo ser humano e entregou sua vida.

Meu irmão e minha irmã, vamos seguir nosso caminho de fé reconhecendo em Jesus a luz dos nossos olhos e que possamos falar dele para todas as pessoas, de modo especial, pelo nosso corajoso testemunho de fé.

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