Por Vladimir Ribeiro Em Brasil

Cerca de 30% dos refugiados do País têm curso superior

Ao menos 3% cursaram pós-graduação, especialização, mestrado ou doutorado

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Cerca de 92% falam português e não precisam de aulas do idioma


Apesar de estarem entre os mais afetados pelo desemprego no Brasil, boa parte dos refugiados que vive em nosso País possui nível superior. Uma pesquisa feita pela Agência da Organização das Nações Unidas, ONU, para Refugiados revela que 34 por cento deles concluiu um curso universitário.

Além disso, pelo menos 3% cursaram pós-graduação, especialização, mestrado ou doutorado e 92% falam nosso idioma. A pesquisa não considerou os estrangeiros nascidos em Angola, pois o português também é seu idioma oficial.

De acordo com o levantamento, um dos obstáculos enfrentados por esses estrangeiros é a dificuldade para revalidar o diploma.

A Agência da ONU para Refugiados entrevistou 487 imigrantes que foram obrigados a deixar seus países de origem e hoje vivem em 14 cidades brasileiras.

Eles moram no Amazonas, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e representam 94% dos refugiados sob proteção do governo federal.

O levantamento também mostra que mais da metade deles tinha emprego entre junho de 2018 e fevereiro deste ano. Mas 68% atuavam em uma área diferente de sua formação.

Da Rádio 2

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Por Vladimir Ribeiro, em Brasil

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