
Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Economia, O número de pedidos de seguro-desemprego disparou em abril. Foram 747 mil, contra 612 mil no mesmo mês do ano passado, uma alta de 22%. Já na comparação com março deste ano, o avanço foi de quase 40%. Tudo indica que o aumento é uma das consequências do impacto econômico da pandemia do coronavírus.Leia MaisGoverno prorroga parcela de tributos que vencem em maio, junho e julho Psiquiatras veem agravamento de doenças mentais durante pandemia Papa Francisco reza por enfermeiros que são exemplo de heroísmo Sentir uma serenidade que o noticiário deste mundo não dá
Em abril, a maior parte dos pedidos de seguro-desemprego, 4 de 10, foi feita por trabalhadores do setor de serviços, que inclui, por exemplo, bares e restaurantes, um dos segmentos mais afetados pelo isolamento social. Depois aparecem o comércio, que também sofre com a quarentena, e a indústria. Já o setor da agropecuária, que em alguns casos tem sido beneficiado com a crise, com a alta dos preços e das exportações, respondeu por menos de quatro por cento dos pedidos.
Dados do Governo apontam, ainda, que os números podem aumentar e que até 250 mil pessoas devem dar entrada no seguro-desemprego nos próximos dias. São trabalhadores que poderiam ter pedido o benefício em março e abril, mas não o fizeram porque aguardam a reabertura das unidades de apoio, para atendimento presencial.
Com muitas delas fechadas, por conta da quarentena, quase 90% das solicitações de seguro-desemprego, no mês passado, foram feitas pela internet.
Fonte: Rádio 2
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