
O custo de vida do brasileiro deve fechar o mês de junho em alta. Pelo menos o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, subiu 0,02%.
O avanço, apurado pelo IBGE, é mínimo, porém já aponta uma mudança considerável, na economia, na comparação com maio, quando os preços despencaram 0,59%, a maior queda desde a criação do Plano Real, em 1994. Um dos motivos tem a ver com os preços dos combustíveis.
A gasolina, por exemplo, ficou 8% mais barata, na pesquisa de maio, mas agora, na média, os valores praticamente estacionaram. O preço dela tem aumentado, em algumas regiões, pelo aumento da demanda em áreas que aliviaram o isolamento social.
No geral, o setor de transportes, que teve queda de mais de 3%o, em maio, agora mostra um recuo de 0,71%. Ele ainda é bastante afetado pelo preço da passagem de avião, que, com a redução das viagens, caiu quase 30%.
O IBGE também apurou baixas em outros quatro setores: saúde, vestuário, habitação e despesas pessoais. E altas nos preços relacionados a comunicação, educação e artigos de residência.
Sem falar no grupo alimentação, cujo aumento foi a quem mais pesou no indicador, e no qual se destacam batata, cebola e feijão, com preços entre nove e 16% maiores.
Fonte: Rádio 2
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