Por Núria Coelho Em Brasil

Governo vai contratar 5,1 mil profissionais para ações contra covid-19

Portaria foi publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União

Divulgação
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Hospital de Campanha do Ibirapuera, São Paulo


O governo federal autorizou a contratação temporária de 5.158 profissionais de saúde para atuarem no combate ao novo coronavírus.

Os profissionais serão distribuídos nas cidades de acordo com critérios do Ministério da Saúde e devem ser contratados por, no máximo, 6 meses.

A medida foi publicada em portaria nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União.

Serão 192 médicos intensivistas, aqueles especialistas em UTIs, além de 100 enfermeiros e 60 fisioterapeutas também intensivistas, para trabalharem nas Unidades de Terapia Intensiva com os pacientes mais graves.

A portaria autoriza ainda a contratação temporária de outros 606 médicos de unidade aberta e outros 18 médicos para Unidades Básicas de Saúde. Está prevista ainda a contratação de 698 Enfermeiros e 684 fisioterapeutas não intensivistas.

A portaria ainda determina a contratação de 2.259 técnicos de enfermagem; 101 técnicos de laboratórios, além de profissionais de nutrição, farmacêuticos, biomédicos, fonoaudiólogos e psicólogos.

A remuneração não pode ser superior ao valor pago aos cargos do serviço público que desempenhem função semelhante. Segundo a portaria, a contratação temporária visa a substituição de servidores e será custeada pelos créditos extraordinários abertos por Medida Provisória.

A pandemia tem afastado profissionais de saúde do serviço. O Conselho Federal de Enfermagem contabiliza mais de 16 mil profissionais, entre técnicos, auxiliares e enfermeiros, afastados por suspeita ou confirmação de contaminação pelo coronavírus. E 123 morreram em decorrência da Covid-19.

Já o Conselho Federal de Medicina criou um canal para denúncias de más condições de trabalho durante a pandemia.

Foram registradas mais de 2,3 mil reclamações de falta de pessoal nos hospitais, principalmente equipes de enfermagem; mas também falta de médicos, equipes de limpeza e fisioterapeutas.

Fonte: Agência Brasil

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