
Cidade do Rio de Janeiro registra mais de seis mil novos casos de chikungunya entre janeiro e abril deste ano.
Um aumento de 80 por cento, na comparação com o mesmo período de 2018, quando o número de pessoas infectadas chegou a três mil 413.
A Secretaria da Saúde do município tem reforçado as ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti, transmissor da doença.
Desde o início do ano já foram realizadas mais de dois milhões e meio de visitas de inspeção.
O órgão informa que a maioria dos focos do mosquito está em residências e pede que a população colabore com a eliminação dos criadouros.
Outras recomendações são instalar telas nas portas e janelas, usar calças comprimidas e passar repelente nas áreas expostas do corpo.
A chikungunya pode provocar febre alta e de início rápido, dores intensas nas articulações e nos músculos, manchas vermelhas na pele e dor de cabeça, entre outros sintomas.
Alguns pacientes ficam com sequelas da doença por meses ou anos. (Rádio2)
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