
Novas modalidades consideradas de emergência para saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) são discutidas em 165 projetos de lei na Câmara de Deputados.
São situações como pagar a faculdade, quitar o plano de saúde, comprar uma propriedade rural ou para se livrar da violência doméstica.
A maior parte dos projetos estabelece novas regras para liberar o fundo do trabalhador com carteira assinada. Em duas propostas, o depósito vai direto para a conta do empregado.
Criado em 1966 como segurança para o trabalhador, o Fundo é como uma poupança nos casos de desemprego.
Atualmente, apenas nove situações permitem o saque dos valores acumulados. Entre essas, a demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria ou quando o trabalhador completa 70 anos.
Da Rádio 2
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