Por Vladimir Ribeiro Em Igreja

Igreja no Brasil se une a ação em defesa da vida de mulheres

Presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, em mensagem divulgada no Dia Internacional da Mulher chama a atenção para o feminicídio

Divulgação
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Campanha visa a defesa da vida de mulheres


A Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano, da Conferência e a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e um conjunto de organizações da Igreja no Brasil se somam à Campanha Continental da Igreja Católica Latino-americana contra o tráfico de pessoas e se comprometem na defesa da vida das mulheres.

Em um mundo onde há quem pense que tudo é comprado e vendido, a Igreja da América Latina e do Caribe, por meio da Rede CLAMOR, lançou, no Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas 2021, a Campanha Continental contra o Tráfico de Pessoas 2021, que tem como lema “A vida não é uma mercadoria, trata-se de pessoas”.

O arcebispo da arquidiocese de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, em mensagem divulgada no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, chamou a atenção para as graves violências e o feminicídio que fazem vítimas as mulheres e devem ser enfrentadas com urgência e determinação.

Mobilização pela vida das mulheres

Participam também desta mobilização a Cáritas Brasileira, o Serviço Pastoral dos Migrantes, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz, o Instituto de Migrações e Direitos Humanos, a Pastoral da Mulher Marginalizada e a Pastoral Carcerária.

A mobilização alerta para as várias formas de violência contra as mulheres que se agravam com a pandemia de Covid-19. Segundo a campanha, as mulheres continuam migrando forçadamente em busca de melhores condições de vida para suas famílias e são as maiores vitimas do tráfico humano.

No compromisso de proteger as mulheres vítimas, a campanha reafirma o acompanhamento às sobreviventes das diversas violências. Na página do Facebook é possível ter acesso aos materiais para disseminar as mensagens da campanha.

Fonte: CNBB

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