Por Vladimir Ribeiro Em Jornal Milícia Sat

Polícia investiga jovem visto com assassinos

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Polícia investiga terceiro jovem ligado ao caso


A polícia de Suzano, em São Paulo, pediu a apreensão de um adolescente que acompanhou pelo menos três vezes os atiradores de Suzano Guilherme Taucci e Luiz Henrique Castro ao estacionamento onde eles deixavam o carro usado no crime.

Por pelo menos dez dias, os garotos deixaram o veículo parado no local, onde iam de duas a três vezes por dia e ficavam lá até tarde, dentro do veículo. Chegaram algumas vezes com mochilas e sacolas.

Nesse período, pediram autorização a um dos donos do estacionamento, Éder Alves, para deixarem o carro estacionado na vaga mais ao fundo e distante da visão da guarita do estacionamento e da rua.

Segundo o proprietário do estacionamento, os garotos chegaram pela primeira vez com o carro, um Ônix branco, no dia 21 de fevereiro. Até o dia 25, entraram e saíram algumas vezes com o veículo e acompanhados de um terceiro rapaz.

Seria um rapaz jovem como eles, alto e magro, segundo Eder, que não soube confirmar se ele também era aluno da escola.

O dono do estacionamento diz que nunca entrou no carro. A chave não ficava no local. Do dia 25 ao dia 7 deste mês, os adolescentes deixaram o carro estacionado ali.

Segundo Eder, eles nunca disseram ou fizeram nada que provocasse desconfiança. Tiraram o carro do estacionamento no dia 7, menos de uma semana antes do ataque. Pagaram R$ 300. Eder ainda perguntou se eles voltariam e precisariam do estacionamento mais uma vez, e eles responderam que não. O estacionamento fica a duas quadras da escola Raul Brasil.

Enterros

Os enterros de cinco vitimas do massacre em Suzano foi marcado por comoção de dezenas de parentes, amigos e moradores da cidade. Ao todo dez pessoas morreram, entre elas os atiradores.

Antes da chegada dos caixões, funcionários montaram um corredor com coroas de flores em uma das vias do cemitério São Sebastião, na cidade da região metropolitana de São Paulo.

As homenagens vieram de várias empresas, instituições de ensino e sindicatos da região e de outras partes do estado de São Paulo.

A família de Guilherme Taucci Monteiro, 17 anos, um dos atiradores, abriu mão do velório e enterro ocorreu em um cemitério afastado, para evitar protestos. Uma missa pela manhã e um ato ecumênico, celebrado a tarde, marcaram o velório que ocorreu na Arena.


Do O Globo

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