
A cidade de São Paulo registrou, na segunda, 1º, o primeiro caso de sarampo desde 2015. De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde, o caso é importado e a pessoa veio da Noruega.
A Secretaria Municipal de Saúde também informou que técnicos de saúde realizaram as chamadas ações de bloqueio vacinal de forma seletiva, atuando em locais frequentados pelo paciente para atualizar a vacina tríplice viral de pessoas não imunizadas ou completando a segunda dose de vacinação de crianças.
De acordo com informações da Organização Mundial de Saúde, OMS, a Europa registrou mais de 83 mil casos confirmados da doença e 72 mortes em 2018.
No Brasil, foram registrados mais de 10 mil casos em 2018, a maioria em estados da Amazônia, e 12 óbitos. De acordo com as informações do último boletim do Ministério de Saúde, os estados do Amazonas, Pará e Roraima tem cobertura vacinal contra o sarampo abaixo dos 95%.
O sarampo é transmitido por via direta por meio de secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. A doença causa erupções cutâneas, febre alta, coriza, tosse e conjuntivite. Os casos mais graves podem evoluir para infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas ou neurológicas.
Para se prevenir, é necessário tomar a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. Ela está disponível em todos os postos de saúde do país. A vacina deve ser aplicada em duas doses a partir de um ano de vida da criança. Mulheres grávidas e adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na infância também devem se vacinar.
Da Radioagência Nacional
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