A taxa de ocupação de leitos para Covid-19 calculada com base em informações de operadoras privadas de saúde caiu de 61%, em janeiro, para 58%, em fevereiro, segundo boletim divulgado nesta sexta-feira (24) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os dados incluem leitos comuns e unidades de terapia intensiva (UTI).
Apesar da queda registrada em fevereiro, o percentual permanece maior que o de todos os meses do segundo semestre do ano passado. A taxa de ocupação dos leitos foi de 56% em julho de 2021 e de 57% em agosto. Depois disso, se manteve abaixo de 50% entre setembro e dezembro, antes do pico de casos causado pela variante Ômicron do coronavírus, em janeiro.
O boletim também mostra que a realização de exames RT-PCR, o padrão ouro para detecção da covid-19, caiu de 645 mil em agosto de 2021 para 295 mil em dezembro, o menor número desde junho de 2020. O estudo não traz esse dado para janeiro e fevereiro de 2022, quando houve uma nova onda de infecções.
Com o aumento de casos, o mês de janeiro teve também um pico de reclamações relacionadas ao coronavírus: foram 1.595, o maior número desde a primeira onda da covid-19, em 2020. O número recuou para 714 em fevereiro, mês em que 60% dessas reclamações foram relacionadas a exames e tratamentos.
O boletim também divulgou dados mais gerais sobre o setor de planos de saúde e informou que o número de usuários manteve em fevereiro a tendência de crescimento observada desde julho de 2020. O total de beneficiários chegou a 49.049.467, o que representa aumento de 0,15% em relação a janeiro de 2022.
Fonte: Agência Brasil
O Papa sobre a Venezuela: superar a violência
No Angelus, Leão XIV pede que prevaleça o bem do povo, que o Estado de Direito seja assegurado e que os direitos humanos e civis de todos sejam respeitados.
Papa pede libertação dos reféns sequestrados na Nigéria e Camarões
"Tomei conhecimento com imensa tristeza das notícias sobre os sequestros de padres, fiéis e estudantes na Nigéria e em Camarões...
Como e por que envelhecemos?
Em tempos mais antigos, por volta de 2005, haviam 670 milhões de pessoas com mais de 60 anos, contabilizando 10% do total da população. Em 2050, por outro lado, haverá cerca de 2 bilhões no mundo, sendo 22% do total. Uma diferença significativa.
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.