Por Paulo Teixeira Em Mariologia Popular

Maria no plano de Deus

Ela recebeu de Deus a graça de participar do seu plano




Por Padre Clemilson Teodoro

Ao longo da história da salvação vemos Deus agindo de um modo muito marcante com o objetivo claro de salvar a humanidade. Deus quer salvar a todos por uma motivação bem concreta: seu amor. Sendo assim, toda obra divina é fruto do amor de Deus. 

É no contexto amoroso da ação de Deus em nossa história que encontramos a pessoa e a missão de Maria como colaboradora na obra salvífica.

Partindo do princípio de que Deus deseja salvar a todos por amor, e que faz de tudo para realizar esta sua vontade, é necessário reconhecermos os momentos e as escolhas por parte de Deus para concretizar seu plano de salvação. E é aí que está Maria. Ela foi escolhida por Deus para algo muito especial, que vai além dos nossos sentidos e da nossa inteligência. Maria foi escolhida entre todas as mulheres da terra para ser o primeiro sacrário vivo a ter Jesus dentro de si. Jesus habitou no ventre virginal de Maria por obra divina, pela ação do Espírito Santo de Deus (cf. Lc 1, 35).

Leia MaisMilícia de MariaMaria é a bem-aventurada, a santa e a escolhida (cf. Lc 1,48). Ela recebeu de Deus a graça de participar do seu plano. Entretanto, coube a Ela a decisão de dizer sim ou não diante do comunicado da escolha. E assim que Maria reconheceu que se tratava da vontade de Deus, Ela não teve mais dúvida e respondeu sim ao Senhor (cf. Lc 1,38).

Maria tem um lugar de destaque no plano de Deus, porque soube ouvir a voz do Senhor, a compreendeu e se fez serva humilde e solícita da vontade do Senhor. E por iniciativa divina, Maria se torna a Rainha dos Apóstolos, da Igreja, do Céu e da Terra.

Maria é Rainha Imaculada, porque Deus Pai, na sua infinita bondade, criou Maria sem a mancha do pecado original. O Senhor preservou Maria de todo e qualquer mal. Impediu que a maldade tocasse ou alcançasse aquela que seria a mãe de Deus. Maria é também chamada rainha no plano de amor, porque o próprio amor, o Verbo Encarnado, na “plenitude dos tempos” (cf. Gl 4,4), habitou no seu ventre. E ainda, podemos dizer que Maria é rainha, porque o Espírito Santo a visitou tanto na Encarnação do Verbo, como em Pentecostes, quando Maria e os apóstolos pediram e receberam o Paráclito, o advogado, o Espírito Santo. A Santíssima Trindade coroou Maria como rainha e a colocou como medianeira e intercessora no plano de salvação.

Ao olharmos para Maria, nos sentimos envolvidos por algo muito especial, pois Deus a fez uma mulher especial. Ao contemplarmos a sua história, somos convidados a ouvir a voz do Senhor, a compreender a vontade de Deus e a também responder sim ao chamado que o Senhor continua fazendo a todos: “Vem e segue-me”.

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