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Cuidados específicos da saúde da mulher


ASCOM SUSIPE
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Alguns perfis da mulher vêm mudando, quando olhamos para o contexto biológico, psíquico e social em que estamos vivendo hoje. Ela tem o biótipo feminino de mulher que já tem as suas particularidades. Ela está inserida num meio hoje que também já mudou comparado há alguns anos atrás. Hoje ela já atua mais no mercado de trabalho e atingiu cargos de mais responsabilidade. Esse meio mudou e, paralelo a isso, o psíquico dessa mulher mudou em relação aquela postura de submissão que existia há anos atrás. Agora ela se tornou mais empoderada da sua vida e da sua natureza, porque lutou e brigou por mais direitos em nossa sociedade.

Quando vemos uma adolescente e questões relacionadas ao corpo, o ingresso à sexualidade e uma série de outras questões. Nessa idade acontece o primeiro contato com relacionamentos, o primeiro contato com o tabagismo, primeiro contato com a bebida alcoólica, sedentarismo ou atividade física ou situações de stress ou depressão. Já nessa idade tem que ser acompanhado e observado. Quando pensamos numa mulher adolescente toda atenção se faz necessária, observar as alterações do corpo, para a vida que ela via ter, para as coisas que vão acontecer. As transformações, a vinda da menstruação, o crescimento das mamas, como lidar com isso. Muitas meninas se intimidam e começam mudar a questão postural. Tem-se contato com vida sexual cada vez mais recente. Então temos que estar alertas a toda essa mudança.

Quanto ao tabagismo e a bebida alcoólica, por mais existam campanhas, o contato tem que ser manejado na infância, como também a questão do sedentarismo. São situações que começam nesta fase e que vão repercutir na fase adulta, crise hipertensiva, triglicérides, glicemia, é o que vai repercutir lá na frente, uma coisa que poderia ser orientada na adolescência. Também a questão do sedentarismo, que é o estímulo ao movimento e não só por uma questão estética, principalmente as meninas, mas por uma questão de saúde. Nessa idade também as frustrações começam a se tornar mais evidentes e os problemas emocionais e psíquicos que levam também a depressão. Cada vez mais cedo aparecerem as crises depressivas.

Quando pensamos em cuidados já adultos então outros fatores vão se somar aos fatores que vão se somar a essa questão de cuidados específicos da mulher. Ela começa a se deparar com o mercado de trabalho e muitas vezes com a condição de ser mãe. Quando não vem as duas coisas juntas. Ela é mãe e está na jornada de trabalho, exercendo muitas vez uma tripla jornada. Vemos um crescimento da mulher no mercado de trabalho, uma luta por uma inserção igualitária no mercado de trabalho, porém essas mulheres não perderam o desejo de ter sua família. Então começamos a nos deparar com uma mulher que muitas vezes é arrimo de família. Muitas vezes tendo uma responsabilidade financeira no lar, em casa e somada a isso as questões da maternidade. Isso aumenta e muito a questão do aumento do stress, devido à carga de afazeres e responsabilidades que ela está submetida. Quando pensamos nessa mulher inserida no mercado de trabalho e no empoderamento da mulher. A mulher está assumindo todos esses papéis e muitas vezes com uma competência e responsabilidade superior aos homens.

Por Ana Paula Cochar, fisioterapeuta

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