Por Frei Sebastião Benito Quaglio Em A Santa Missa Atualizada em 06 JAN 2021 - 17H36

Da manjedoura até a cruz

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O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Santuário Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (1Jo 2,3-11) e o Evangelho de hoje (Lc 2,22-35).

Segundo Frei Sebastião na festa do Natal temos que olhar dois lugares: a manjedoura que recebeu o Salvador e a Cruz no final da Sua missão. Uma pobreza inicial acolheu o Salvador e a Cruz final O recebeu. Nos dois casos há a força do amor, sem isso nada acontece.

No Evangelho o velho Simeão nos revela qual é a missão de Nossa Senhora. Foi ela que O deitou em uma manjedoura e foi ela que O acolheu aos pés da Cruz.

A história dessa mãe, a co-redentora, continua até hoje. Evangelizar o mundo com Nossa Senhora, pois ela mesma que continua gerando Jesus nos corações das pessoas e conservando-as para que sejam capazes de ficar com Jesus.

A Milícia da Imaculada não é uma guerra, não é uma batalha. É uma nova energia que invade o mundo. Essa energia é a Mãe de Deus que brota continuamente quando ela leva o seu Filho Divino. Não somente parou lá em Belém, mas depois na Cruz e continua ainda hoje desafiando todas as dificuldades para nos dar Jesus.

Hoje estamos vivendo em uma pandemia e todos estão com medo. Mas existe outra pandemia, aquela que pode arrancar a vida verdadeira de Deus e jogar os homens na tragédia do egoísmo, da solidão, da angustia e da falta de motivação.

Jesus Cristo não é somente uma vacina, contra esses males, mas aquele que sustenta e que dá a vida verdadeira. Nossa Senhora nos apresenta esse Jesus, para que Ele que cuide de nós. Não pare nesta criança, olhe para a mãe Dele e olhe para você e para o mundo. Essa é a história da dinâmica do amor divino. O destinatário é você que conduz essa história.

Peçamos ao Espírito Santo que nos faça entender e meditar sobre a nossa existência e tudo que fazemos terá mais sentido, evangelizar, rezar e viver.

A nossa história não se fecha em nós mesmos, ela se abre para o mundo. Cada estrela tem o seu brilho e forma o universo. Nenhuma estrela esconde o seu brilho. Também queremos que a nossa luz faça parte do firmamento de Deus que quer salvar a humanidade, a partir de cada um.

Milícia da Imaculada · Da manjedoura até a cruz
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