A Igreja ensina que temos um único mediador junto ao Pai que é Jesus, que se entregou como resgate por todos. A mediação de Maria está ligada e subordinada à mediação de Jesus. “A função materna de Maria em relação aos homens não ofusca ou diminui esta unica mediação de Jesus; antes manifesta sua eficácia”, diz o Concílio Vaticano 2º. A solicitude materna de Maria pela humanidade se expressa através da sua mediação como nas Bodas de Caná: “Eles não têm vinho!”. Com seu “sim” a Deus foi escolhida para Mãe do Redentor com a encarnação do Verbo, por Sua generosa cooperação e escrava do Senhor. Concebendo, gerando e alimentando a Jesus, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele diante da cruz, cooperou com sua fé, esperança e caridade na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural. Maria vai à frente do Povo como sinal e modelo para os discípulos do Senhor. A Assunção de Maria não é o fim em sua missão de cooperadora na obra da redenção, mas o início de uma nova mediação, cuidado dos filhos que continuam neste mundo em marcha para o reino. Amemos, imitemos e acolhamos Maria como deseja Jesus e consagremo-nos a Ela porque é a "Mãe do nosso coração, da nossa alma”. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de junho:
Para que as famílias se sintam apoiadas pela comunidade cristã quando se trata de viver sua vocação.