O Papa Francisco ressaltou que nos Evangelhos a virgem Maria sempre é indicada como “Mãe de Jesus”. Não “a Senhora” ou “a viúva de José”, pois a sua maternidade percorre toda a Sagrada Escritura, desde a Anunciação até o fim. Maria é Mãe da Igreja, é feminina, quando falta esta identidade ela se torna “uma associação beneficente ou um time de futebol”; quando “é uma Igreja masculina” se torna “uma Igreja de solteirões”, “incapaz de amor, incapaz de fecundidade”. Assim, a Igreja recorda que a virgem Maria é Mãe da Igreja. O Papa quis que esta memória fosse celebrada na segunda-feira depois de Pentecostes. Uma das virtudes que mais distingue uma mulher, observou o Papa Francisco, é a ternura, como Maria que “deu à luz seu filho primogênito, o enfaixou e o colocou numa manjedoura: cuidar com mansidão e humildade são as qualidades fortes das mães”. “Uma Igreja que é mãe segue o caminho da ternura. Conhece a linguagem da sabedoria, do carinho, do silêncio, do olhar cheio de compaixão, que tem gosto de silêncio”. Entreguemo-nos a Maria e sejamos filhos que vivem essa pertença à Igreja, sabendo que também é mãe, devendo seguir o mesmo caminho. Sejamos pessoas afáveis, ternas, sorridentes e cheias de amor. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de julho:
Para que os adultos possam transmitir aos jovens os valores da vida interior, do amor a Cristo e ao seu Evangelho.