Quando pensamos nas alegrias de Nossa Senhora, podemos imaginar apenas momentos felizes de sua vida. Mas contemplar as Sete Alegrias de Maria é muito mais do que recordar acontecimentos. É perceber como ela reconheceu a presença de Deus em cada etapa de sua caminhada.
A tradição das Sete Alegrias contempla momentos como a Anunciação, a Visitação a Isabel, o nascimento de Jesus, a adoração dos Magos, o encontro de Jesus no Templo, a Ressurreição e a Assunção e Coroação de Maria. A devoção ganhou especial força entre os franciscanos, por meio da chamada Coroa Franciscana das Sete Alegrias.
A primeira alegria já revela muito sobre Maria. Na Anunciação, ela recebe uma missão que mudaria toda a sua vida. Sua resposta não nasce da certeza de que tudo seria fácil, mas da confiança em Deus. O mesmo acontece quando ela visita Isabel: Maria leva consigo não apenas uma presença, mas a alegria de quem experimentou a ação de Deus.
No nascimento de Jesus, a alegria vem acompanhada da simplicidade de Belém. No encontro com os Magos, Maria contempla pessoas de diferentes povos reconhecendo seu Filho. No Templo, depois de uma busca angustiante, encontra novamente Jesus e guarda os acontecimentos em seu coração.
E a alegria alcança sua plenitude na Ressurreição e na glorificação de Maria. A caminhada que começou com o “sim” da Anunciação encontra sua realização na presença de Deus.
As Sete Alegrias nos ajudam, assim, a olhar também para a nossa própria história. Quantas vezes Deus esteve presente em situações que só conseguimos compreender depois? Quantas pequenas alegrias do cotidiano são sinais de sua presença?
Maria nos ensina a não deixar passar despercebidas essas graças. Ela nos mostra que a alegria cristã não significa ausência de dificuldades, mas a certeza de que Deus permanece conosco.
Quando Maria chora conosco
Nossa Senhora das Lágrimas nos convida a apresentar a Deus nossas dores e a aprender com Maria a permanecer na fé mesmo nos momentos difíceis.
Sexta-feira da Gratidão: aprendendo a dizer “sim” como Maria
Na Sexta-feira da Gratidão, o exemplo de Maria nos ensina a dizer “sim” a Deus com fé e confiança, agradecendo não apenas pelo que recebemos, mas também pela ação de Deus em cada etapa da nossa caminhada.
O nascimento de Maria e a chegada do Salvador
O nascimento de Nossa Senhora é celebrado como uma alegria marcada pela esperança e pela ação de Deus na história da salvação.
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