Em 1935, quando Geografia de Dona Benta foi publicado pela primeira vez, Lobato e a sua turma do Sítio do Picapau Amarelo viviam em um mundo diferente do que o que conhecemos hoje. A população mundial e o número de países eram menores, o rádio era o principal veículo de comunicação e a maneira de viver era outra.
Antes mesmo de o homem pisar na Lua, em 1969, Lobato já havia levado Emília e companhia para observar o mundo de lá e, a partir daí, explorar cada pedacinho do planeta Terra. No início da década de 1930, os temas escolares passaram a fazer parte de alguns livros da obra infantil de Monteiro Lobato.
Geografia de Dona Benta é um bom exemplo disso. Nesse livro, Lobato apresenta os estados, países, continentes, habitantes, costumes e como as pessoas se organizam em seus territórios, mas também fala sobre as guerras que aconteceram, as atitudes dominadores dos líderes de algumas nações e as disputas pelo poder.
Essa maneira democrática de escrever para crianças nada tinha a ver com a linha adotada pelas escolas dos anos 1930. Nessa época, a pedagogia escolar não estimulava o diálogo com a criança, trabalhava com a repetição dos conteúdos. Mas Lobato defendia que a inteligência das crianças funciona melhor quando guiada pela imaginação e em Geografia de Dona Benta ele leva Emília, Narizinho, Pedrinho, Visconde, Dona Benta, Tia Nastácia e Quindim a bordo de um navio de faz-de-conta.
Esse navio imaginário e uma luneta superpotente igualmente imaginária são recursos suficientes para o pessoal do Sítio desbravar o mundo e conduzir o leitor a uma viagem divertida, cheia de aventuras e aprendizagem sobre a geografia do nosso planeta.
O livro traz ainda um conjunto de mapas para que o leitor localize as regiões citadas no texto e possa perceber as transformações no espaço geográfico. Ao traçar um panorama da década de 1930 e os dias atuais, a nova edição da obra destaca o dinamismo que o mundo desenvolveu em menos de um século. Os países se transformam, territórios são divididos, a população cresce, as trocas comerciais se intensificam, as preocupações ambientais ganham força e o mundo, apesar de enorme, parece pequeno diante da capacidade dos meios de comunicação de conectar e aproximar as pessoas.
Por que ovos e coelhos são símbolos da Páscoa?
Para os cristãos, é o momento em que se celebra a Ressurreição do Senhor, mas ainda tem o simbolismo do coelho e do ovo, que começou na Europa lá pelo século XIX.
Com Ramos nas mãos e Jesus no Coração!
É isso mesmo! O Domingo de Ramos marca o começo da Semana Santa, um tempo muito importante para todos que amam Jesus. Nesse dia, lembramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.
Epifania do Senhor, manifestação de amor
Epifania é uma manifestação ou um tipo de aparição divina. Na nossa Igreja celebramos a festa da Epifania do Senhor, dois domingos depois do natal e para explicar melhor o que é essa comemoração temos três momentos da vida de Jesus que podem nos ajudar a entender:
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