Sentindo-se debilitado, Pe. Kolbe teve a revelação dos sinais do mal terrível que lhe minava o organismo: a tuberculose. O mal já estava avançado e os médicos lhe deram no máximo três meses de vida. Continuaram os acessos de tosse, a voz débil, a respiração fraca e o rosto pálido. Os superiores tiraram-lhe algumas tarefas, trocando-as por outras de menor desgaste físico. Mas o sofrimento maior para Pe. Kolbe não era a tuberculose, mas a desilusão com a indiferença que encontrou entre os confrades com relação a continuidade da Milícia da Imaculada. Parecia que os projetos da Milícia teriam também apenas ‘três meses’ como sua vida. Mas a sua entrega à virgem Imaculada, somada às orações e ofertas dos sacrifícios, foram as respostas e o sustento para a sua vida e para o apostolado. Respostas para todo aquele que nos sofrimentos coloca-se confiantes nas mãos do Pai, pela Mãe Imaculada, para se faça a vontade do Senhor. Um exemplo para que o enfermo não abra o coração à revolta, mas una seu sofrimento com o de Cristo, que sofreu para nos salvar. Consagremo-nos a Maria e com Pe. Kolbe apresentemos-lhe os enfermos e suas necessidades, Ela que é o sorriso de Deus, o reflexo da luz de Jesus Cristo e a habitação do Espírito Santo. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de setembro:
Para que a experiência sinodal nos torne capazes de escutar e de discutir verdadeiramente, na Igreja e no mundo, à luz da “Fratelli tutti”.