A virgem Maria é feliz porque acreditou em Deus no meio de tantas provações e contradições. A começar do período da infância de Jesus, sua adolescência e, após, durante os anos de sua vida oculta em Nazaré. Foi sempre submisso a Maria e também a José, porque José diante dos homens fazia para Ele as vezes de pai; e era por isso que o Filho de Maria era tido pela gente do lugar como filho do carpinteiro. Maria sua Mãe, portanto, lembrada de tudo o que lhe havia sido dito a respeito de seu Filho na Anunciação e nos acontecimentos sucessivos, é portadora em si mesma da novidade radical da fé, ou seja, o início da nova Aliança. Este é o início do Evangelho, da Boa Nova alegre da salvação. Maria é a mulher de fé; fé profunda e sincera diante de tudo e apesar de tudo; Fé que se realiza na oferta e na entrega. Assim é a fé que Maria manifesta em sua caminhada desde o Nascimento de Jesus, a Apresentação no templo, de Belém ao Calvário, da Anunciação à Ressurreição, consumindo-se na glória da Assunção, dando lugar total ao amor Eterno de Deus. Consagremo-nos a Maria e a imitemos em sua firme fé, para que a Palavra de Deus produza em nós escuta, recepção e respondamos com aquele “sim” que permite que Jesus habite em nós. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de março:
Para que possamos discernir e fazer germinar “as sementes do Verbo” presentes na cultura do nosso tempo.