Nesta quarta semana, a Quaresma nos conduz ao mistério da luz que vence as trevas. À medida que avançamos no caminho quaresmal, somos convidados a reconhecer as cegueiras que ainda existem em nossa vida e a permitir que Cristo ilumine nosso olhar. A fé não é apenas um conhecimento intelectual, mas um encontro que transforma o modo de ver a realidade.
4º Domingo – 15/03
Jo 9, 1-41
“Eu era cego e agora vejo.”
O Evangelho apresenta a cura do cego de nascença, um sinal que revela quem é Jesus e ao mesmo tempo provoca diferentes reações. Diante da ação de Cristo, alguns se abrem à fé enquanto outros permanecem presos às próprias certezas.
A cegueira física daquele homem torna-se símbolo de uma cegueira mais profunda que pode atingir o coração humano. Enquanto o cego curado reconhece progressivamente a presença de Deus em Jesus, os fariseus permanecem incapazes de acolher a verdade.
A luz que Cristo oferece não é apenas exterior. Ela ilumina o interior da pessoa, permitindo reconhecer a presença de Deus na própria história. A verdadeira visão nasce quando o coração se abre à ação de Deus.
Segunda-feira – 16/03
Jo 4, 43-54
“Vai, teu filho vive.”
Um oficial do rei procura Jesus suplicando pela cura de seu filho. A resposta de Cristo não se limita a um gesto milagroso, mas convida a uma confiança mais profunda.
O homem acredita na palavra de Jesus e retorna para casa. No caminho descobre que seu filho foi curado exatamente no momento em que recebeu a promessa do Senhor. A fé amadurece quando se aprende a confiar na Palavra antes mesmo de ver os resultados.
Terça-feira – 17/03
Jo 5, 1-16
“Queres ficar curado?”
À beira da piscina de Betesda encontra-se um homem enfermo há muitos anos. Jesus se aproxima e faz uma pergunta direta: “Queres ficar curado?”.
A pergunta parece simples, mas revela algo profundo. Muitas vezes nos acostumamos com nossas limitações e resistimos às mudanças que Deus deseja realizar em nossa vida. A cura exige decisão e abertura interior.
Quarta-feira – 18/03
Jo 5, 17-30
“Meu Pai trabalha sempre.”
Jesus revela sua profunda união com o Pai. Tudo o que realiza nasce dessa comunhão. Suas obras são expressão da ação de Deus na história.
A vida cristã também é chamada a participar desse dinamismo. Quando permanecemos unidos a Deus, nossas ações tornam-se sinais de sua presença no mundo.
Quinta-feira – 19/03
Jo 5, 31-47
“As Escrituras dão testemunho de mim.”
Jesus recorda que toda a Escritura aponta para Ele. A Palavra de Deus não é apenas um conjunto de textos antigos, mas um caminho que conduz ao encontro com o próprio Cristo.
A verdadeira leitura da Escritura exige abertura interior. Não basta conhecer os textos; é preciso permitir que eles conduzam a uma relação viva com Deus.
Sexta-feira – 20/03
Jo 7, 1-2.10.25-30
“Procuravam prendê-lo.”
À medida que a missão de Jesus se desenvolve, cresce também a oposição. Muitos não conseguem aceitar sua palavra e procuram impedir sua ação.
O Evangelho recorda que a fidelidade à verdade nem sempre é acolhida com facilidade. O discípulo é chamado a permanecer firme mesmo diante das resistências.
Sábado – 21/03
Repetição Inaciana
Neste dia retomamos aquilo que mais tocou o coração durante a semana. A repetição permite reconhecer com mais clareza as luzes recebidas e compreender melhor as resistências interiores.
A experiência espiritual amadurece quando voltamos a contemplar aquilo que Deus realizou em nós
Fonte: Método Inaciano
4o Domingo da Páscoa - “O Bom Pastor conhece suas ovelhas pelo nome!” – (Jo 10, 1-10)
Em meio a tanto ruído e tantas vozes, é muito difícil distinguir a Verdadeira Palavra de Deus. Não é fácil reconhecer a verdade entre os milhares de “pastores” que diariamente, nos convidam a segui-los.
3o Domingo da Páscoa - “Ao repartir o pão, reconheceram Jesus!” - (Lc 24, 13-35)
Estamos ainda vivendo o período Pascal. O tempo Pascal vai até o Domingo de Pentecostes, por isso dizemos que hoje é o terceiro Domingo da Páscoa e não o terceiro Domingo depois da Páscoa. Acompanhe agora o Evangelho comentado por Jorge Lorente.
2º Domingo da Páscoa – “Nós vimos o Senhor!” (Jo 20, 19-31)
A liturgia de hoje nos fala do encontro de Jesus com seus apóstolos no cenáculo.
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