No dia 28 de maio de 1941, Pe. Maximiliano Kolbe trancafiado em um vagão de carga com outros 300 prisioneiros foi mandado para o campo de concentração de Auschwitz. Ali chegou à noite e, na manhã seguinte, já havia se tornado o número 16670 e por ser um sacerdote foi destinado ao bloco dos trabalhos pesados. Ele carregava dentro de si um tesouro que partilhava com todos: “a consagração/entrega à virgem Maria Imaculada tornando-se propriedade dela, instrumento em suas mãos maternas, fazendo em tudo a sua vontade para fazer a vontade de Deus”. Para Pe. Kolbe, a Imaculada é a Mãe que nos rodeia de cuidados, ternura e proteção. Por isso, os consagrados a Ela devem deixar-se conduzir para onde Ela os quiser levar, fazendo a sua vontade, a fim de que, cumprindo este dever, possam como instrumentos dela salvar as almas, levá-las para Jesus Cristo. Para Pe. Kolbe, sob a proteção da Imaculada, cada etapa deste caminho é um convite a percorrer testemunhando uma grande verdade: o amor está em todos os lugares; só o amor constrói e é a única força capaz de se opor ao mal. Consagrados sem limites a Mãe Imaculada e imitando Pe. Kolbe vivamos o evangelho até as últimas consequências, nesta missão de fé e amor. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de setembro:
Para que as nossas comunidades eclesiais, em virtude do seu caminho de fé, sejam cada vez mais acolhedoras para os “não praticantes”.