A Santa Missa

A ternura de Deus em Nossa Senhora Rainha

Na Santa Missa desta segunda-feira (22), Frei Sebastião medita sobre Nossa Senhora Rainha

Escrito por Espiritualidade

22 AGO 2022 - 10H54 (Atualizada em 22 AGO 2022 - 14H01)

O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Is 9,1-6) e o Evangelho de hoje (Lc 1,26-38).

Frei Sebastião destaca que o Evangelho de hoje nos possibilita mergulhar no oceano de Deus, que colocou nas mãos de uma jovem todo Seu projeto de salvar a humanidade. “O todo poderoso fez em mim maravilhas”.

Deus escolheu essa mulher e o anjo a saudou, cheia de graça, que significa uma criatura que possui algo de Deus, de uma forma tão plena que não há como ser revertida. Ela é plena de graça porque foi escolhida por Deus para dar seguimento ao plano para a humanidade, que é a comunhão eterna com o Divino.

Nós temos aqui a revelação do amor de Deus que quer salvar o mundo por meio do caminho que nós conhecemos, o caminho da ternura. Hoje o Papa se refere a esta festa de Nossa Senhora, Rainha, destacando a disponibilidade de Maria ao projeto de Deus.

Uma disponibilidade que não a poupou do próprio sim concreto, que a levou a enfrentar a vida sozinha. O anjo Gabriel anunciou e depois ela ficou sozinha. Mas Maria não ficou parada, foi às pressas nas montanhas da Judéia procurando a prima Isabel, para partilhar, pois sabia que também ela estava grávida, segundo as palavras do anjo Gabriel.

Nossa Senhora foi buscar apoio, não tanto para ajudar, mas também para ser ajudada. Encontrou na prima aquela solidariedade, que tanto precisava. Depois foi o apoio de José, dos pastores, dos magos. Ela nunca quis caminhar sozinha e acabou levando o seu filho até chegar ao calvário e nem assim ela estava sozinha.

Ainda hoje ela, nossa mãe, nos ajuda a caminhar com Jesus e a proclamamos Rainha. Ela ofereceu ao mundo o único rei, Jesus. Deus quer falar através da ternura, de um rosto que chamamos de mãe e de rainha.

Transcrição Marta Romero

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