A fé costuma ser algo que devemos aguardar. Já reparou? Quantas vezes já ouvimos:
“É só ter fé que algo acontece”
“Tenhamos fé para que algo passe”
“Com um pouco de Fé algo virá até nós”
Mas será que estamos banalizando o verdadeiro significado da fé?
Trata-se de uma das virtudes do trio teologal, como algo que devemos repassar ao nosso próximo. E que tipo de fé estamos passando?
Dou a devida licença para usar o trecho de uma das músicas mais famosas de Gilberto Gil: “Andar com fé eu vou, porque a fé não costuma falhar.”.
Do refrão podemos tirar uma lição importante: a fé deve ser um hábito diário, não apenas um utensílio em momentos de aflição. A Virgem Maria teve fé desde o seu “sim”, mesmo tendo motivos para desacreditar. São Tomé teve que “ver para crer” na Ressureição de Cristo, e Ele disse para Tomé: “Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel.”.
Trata-se de um exercício cotidiano de perseverança e gratidão, que muitas vezes pode ser uma tarefa de difícil êxito.
Afinal, atire a primeira pedra quem nunca questionou Deus em momentos de conflito e raiva. Quando recebemos o “não” para algo que queríamos muito, a frustração fala mais alto e o coração fica pesado de indignação, porém, no fundo, sabemos que a resposta negativa era para o nosso bem.
Pois, devemos nos lembrar que Deus sabe o que faz. Inclusive com nossas vidas e caminhos.
Confiar em Deus é um verdadeiro ato de fé. E a confiança não brota em nossos corações como uma flor floresce em um jardim, mas precisa ser conquistada. A pergunta é: como confiar Nele?
A resposta podemos encontrar na Bíblia:
““Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” ”
Hebreus 11:1
Deus nos move todos os dias porque temos fé Nele e em Seus milagres. Encontramos em Deus a figura paterna, assim como Nossa Senhora é a mãe que roga por todos nós. Com estas companhias, é difícil não crer que nossos caminhos estejam abençoados e que possam ser trilhados com confiança e fé, sejam nos bons ou nos maus momentos.
Porque no final, o mundo inteiro está vivendo pelo mesmo propósito: a salvação em Cristo.
Este é o trabalho que a Milícia da Imaculada exerce nestes 38 anos — e continuará por muitos anos — que é levar a Palavra de Deus e o amor de Virgem Maria ao mundo inteiro com dedicação, esperança e fé.
Que a fé seja o pão nosso de cada dia.
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
No Batismo, nossa vocação
Toda vocação de um discípulo de Cristo é semelhante àquela dos Apóstolos, enviados por Jesus a todo o mundo para pregar o Evangelho a todas as criaturas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Cfr. Mateus 28, 19-20).
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