Para ser santo, não é necessário ser bispo, sacerdote, religiosa ou religioso. Muitas vezes somos tentados a pensar que a santidade esteja reservada apenas àqueles que têm possibilidade de se afastar das ocupações comuns, para dedicar muito tempo à oração. Não é assim. Todos somos chamados a ser santos, vivendo com amor e oferecendo o próprio testemunho nas ocupações de cada dia, onde cada um se encontra. És uma consagrada ou um consagrado? Sê santo, vivendo com alegria a tua doação. Estás casado? Sê santo, amando e cuidando do teu marido ou da tua esposa, como Cristo fez com a Igreja. És um trabalhador? Sê santo, cumprindo com honestidade e competência o teu trabalho ao serviço dos irmãos. És progenitor, avó ou avô? Sê santo, ensinando com paciência as crianças a seguirem Jesus. Estás investido em autoridade? Sê santo, lutando pelo bem comum e renunciando aos teus interesses pessoais (Gaudete et Exsultate, 14)
O Papa, os bispos, os religiosos, os sacerdotes e a multidão de consagrados são chamados a ser santos com mais profundidade, porque escolheram como vocação viver mais perto de Jesus. Este é o primeiro dever de todos eles, mas a santidade é um chamado para todos e todas. Ninguém está excluído. Mas que quer dizer ser santo e como devemos ser santos? Nada de especial, de milagreiro e nem de um estilo de vida que seja uma fuga do mundo onde nós vivemos. Jesus um dia disse: “Vós estais no mundo, mas não sois do mundo!” (Jo 15,19). Todos olham o nosso agir, falar, e a maneira de como nos comportamos. O povo, mesmo não crente em Cristo, chega a uma conclusão: “Este homem, esta mulher são diferentes, são de Deus.” Temos sempre necessidade de encontrar na nossa vida alguém que, com toda simplicidade, nos fale através do silêncio, que o amor é o único critério que manifesta a nossa comunhão com Deus. Gosto de lembrar a minha mãe Domênica. Era analfabeta, mas tinha uma sabedoria única de aconselhar, de falar com calma e de maneira convincente sobre as coisas mais simples e difíceis. Tinha a arte dos santos de simplificar a vida e os seus problemas. Há pessoas que Deus nos faz encontrar, que mesmo quando carregam uma cruz pesada, ainda têm capacidade de carregar também a nossa, como bons Cireneus
Fonte: O Milite - 381
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
No Batismo, nossa vocação
Toda vocação de um discípulo de Cristo é semelhante àquela dos Apóstolos, enviados por Jesus a todo o mundo para pregar o Evangelho a todas as criaturas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Cfr. Mateus 28, 19-20).
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