“A devoção popular invoca Maria como Rainha”, afirmou São João Paulo II. “O Concílio, depois de ter recordado a Assunção da Virgem ‘à glória celeste em corpo e alma’, explica que Ela foi ’exaltada por Deus como Rainha do universo, para assim se conformar com seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte’. O meu Predecessor Pio XII, na Encíclica sobre a ‘realeza de Maria’, indica como fundamento além da maternidade, a cooperação na obra da redenção. A Encíclica recorda o texto litúrgico: "Santa Maria, Rainha do céu e Soberana do mundo, participava no sofrimento, junto da Cruz de nosso Senhor Jesus Cristo’. Ela estabelece depois uma analogia entre Maria e Cristo, a qual nos ajuda a entender o significado da realeza da Virgem: Cristo é rei não só porque é Filho de Deus, mas porque é redentor; Maria é rainha não só porque é Mãe de Deus, mas porque associada como nova Eva ao novo Adão, cooperou na obra da redenção do gênero humano’. Os cristãos olham confiantes para Maria Rainha, e isto não só diminui, mas antes exalta o seu abandono filial naquela que é mãe na ordem da graça”. Entreguemo-nos a Maria que é uma Rainha que dá tudo aquilo que possui, comunicando especialmente a vida e o amor em Cristo. Amém!
Renove diariamente sua Consagração a Nossa Senhora:
Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria! Eu renovo hoje e sempre, a consagração de todo o meu ser para que disponhais de mim para o bem de todos. Somente peço, que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a vossa missão de construir o Reino do vosso Filho Jesus, no mundo. Para isso, vos ofereço minhas orações, sacrifícios e ações.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja e por todos quantos são a vós recomendados.
Intenção da MI para o mês de agosto:
Para que, seguindo o exemplo de São Maximiliano Kolbe, saibamos responder às novas formas de pobreza com a “criatividade da caridade”.