O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Jr 18,1-6) e o Evangelho de hoje (Mt 13,47-53).
Frei Sebastião destaca em sua homília que Jesus às vezes se apresenta muito terno, delicado e atencioso, outras vezes parece uma pessoa dura, mas sempre alguém que ama.
Quem ama tem momentos que abraça, mas outros momentos em que sabe chamar a atenção e corrigir. A misericórdia de Deus, nos alerta e nos acompanha.
O nosso rumo e meta é Jesus e é por isso que Ele nos alerta para que nunca nos deixemos desviar do verdadeiro caminho. Temos que nos guiar pela luz de Cristo, que permanece e não pela a que ilumina, mas depois logo se apaga.
Por isso temos sempre que procurar essa luz eterna que nos ilumina. Pode ser fácil falar, mas se pensarmos um pouco, isso é verdadeiro, pois temos tantas coisas que nos circundam, tantas preocupações e não devemos nos desviar do mais importante, que é o rumo da nossa vida e a nossa meta.
A esperança é a força, é a dinâmica da nossa vida, portanto nunca devemos perder a meta da esperança e torná-la sempre viva pela força da oração. Temos que ter a luz pela oração. É uma dinâmica, porque ninguém alcança a meta sentado.
O atleta tem que correr para chegar, mas tem que sofrer e lutar para isso e dar tudo de si para a sua conquista se realizar. Vamos viver com fé, que é confiança. O capeta acredita em Deus, nós além de acreditar, temos confiança Nele. Os filhos, não acreditam nos pais, mas confiam neles. A fé é confiança, sobretudo quando parece dá tudo errado, a fé é um dom, mas também é uma conquista.
Devemos demonstrar essa confiança com a caridade, o amor e fazer tudo com generosidade, nem sempre tudo isso é fácil, mas devemos fazer a nossa parte. Jesus em suas palavras, às vezes duras, mostra o grande amor que tem por nós.
Transcrição Marta Romero
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
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