O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (1Cor 9,16-19.22b-27) e o Evangelho de hoje (Lc 6,39-42).
Frei Sebastião destaca que o Evangelho de hoje, por si mesmo, fala o que temos que meditar. “Um cego não pode guiar outro cego! Quem conduz o outro, tem que enxergar direito”. Depois: “hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho, e então poderás enxergar bem para tirar o cisco do olho do teu irmão”.
A palavra hipócrita significa ator, que usa uma máscara sobre o rosto, para representar outra pessoa. Então, devemos nós mesmos tirar a nossa máscara e sermos autênticos. Isso vale para mim, para você e para todos.
Devemos cuidar bem do nosso crescimento espiritual e ver o que podemos melhorar e lutar para isso; só então poderemos ajudar o outro. Também encontramos dificuldades em nosso caminho. Também temos que nos corrigir e procurar fazer o bem e o melhor para nós e para os outros. Porém, primeiro temos que estar no caminho de Jesus.
Estamos nesta obra Milícia da Imaculada e temos que nos esforçar. Sabemos que o resultado só Deus sabe, mesmo assim temos que nos esforçar. Deus não recompensa os resultados, mas os esforços. É muito bom saber isso.
Existem pessoas que tem muita facilidade para cumprir algumas tarefas, enquanto que outros encontram muita dificuldade. Para Deus, o esforço é mais importante que o resultado.
Deus dá a força para conseguirmos aquilo que Ele quer. Não devemos nunca desanimar. O próprio pecado é um obstáculo para esse caminho e não deve nos vencer. Vamos reconhecer nossos erros e nunca vamos desistir da caminhada que Cristo nos propôs, mas vamos fazer isso com Nossa Senhora que será mais fácil.
Transcrição Marta Romero
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
O hábito da Fé
A fé é uma das virtudes teologais. E por isso, ela deve ser um hábito diário e não somente um recurso para quando estamos aflitos.
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