O Frei Sebastião em sua homilia de hoje no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, comentou a Primeira Leitura (1Jo 1,5-2,2) e o Evangelho (Mt 2,13-18).
Em sua meditação do Evangelho, Frei Sebastião nos lembra que hoje a Igreja celebra os Santos Inocentes, mártires. O que podemos dizer perante esse acontecimento da matança das crianças?
Cristo veio para perdoar os pecados e salvar a todos, como está escrito na primeira leitura. No fundo todos nós somos culpados por alguma coisa, seja por ação ou por omissão.
Cristo, com sua misericórdia, quer nos perdoar e não somente dos pecados, mas de tudo quanto nos impede de alcançar o caminho de Deus. Somos pecadores, isso é uma verdade e reconhecer a misericórdia de Deus está somente ao nosso alcance.
Dom Cláudio em suas últimas missas sempre repetia as palavras do Papa Francisco: “Deus nos perdoa, e perdoa para sempre”. Isso sempre me deixou impressionado.
Portanto, vamos sentir e rezar não só pelos nossos pecados, mas pelos pecados dos outros. Vamos rezar também por tantos inocentes que morreram, não somente esses do Evangelho de hoje, mas por todos que ainda morrem vítimas de abortos, fome, guerra, doenças e tantas causas. Vamos lembrar que todos já estão com Deus.
Peçamos o respeito pela vida em qualquer que seja a situação. Ninguém tem que ser visto como objeto, mas como irmão, porque todos somos filhos do mesmo Pai.
Aqui está o sentido da morte de Cruz e da ressurreição. Como o Papa Francisco disse: “A última palavra era aquela que fecha o sepulcro e agora não é mais porque Cristo ressuscitou”.
Jesus quebrou essa pedra e nem a morte tem poder sobre nós. Cristo venceu a morte para sempre, nós que acreditamos Nele e sabemos que a morte nunca terá poder sobre nós.
Vamos dar a vida pela vida com o nosso exemplo, com a nossa oração e quando não pudermos fazer mais nada, vamos rezar, isso podemos. Respeitar as pessoas, ter paciência com elas e ajudá-las.
Transcrição Marta Romero
3º Domingo do Tempo Comum – (Mt 4, 12-23)
Ao saber que João Batista estava preso, Jesus muda de residência. Deixa Nazaré, onde viveu por trinta anos e vai morar às margens do mar da Galileia, em Cafarnaum que, apesar de ser uma grande cidade, não era habitada pela classe nobre dos israelitas.
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
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