Irmão Eder Vasconcelos
Autor do livro “Pedagogia da Ternura”, publicado por Editora Paulinas
Viver a existência com ternura não é um dado adquirido, mas uma escolha existencial de cada dia. Ninguém nasce com o dom inato da ternura. É uma conquista que vamos adquirindo ao longo da existência, sempre com a ajuda dos outros.
A pedagogia da ternura quer nos conduzir para uma estética espiritual do amor e da beleza para os dias atuais. Um grande desafio que requer empenho, ousadia, criatividade, sonho etc. O que caracteriza nossa humanidade, nosso ser gente é a relação afetuosa e terna. Por isso, é urgente uma educação que leve em conta a perspectiva do afeto e da ternura.
A expressão por excelência da ternura é o carinho, em que se acentua a proximidade física e o respeito ao outro. O carinho é uma das melhores formas de comunicação não verbal. O Papa Francisco chama a ternura de “ciência da carícia” e resume seu pensamento assim: “A ‘ciência da carícia’ manifesta dois pilares do amor: a proximidade e a ternura”.
Ternura é estar próximo para tocar com respeito, abraçar com afeto e consolar com compaixão. No calor de um abraço amigo é revelada a mesma ternura com que Jesus acolhia as pessoas que dele se aproximavam.
A linguagem afável e carinhosa demonstra a capacidade de o adulto não deixar morrer a criança divina que o habita no seu núcleo mais íntimo, no self, isto é, no eu interior. A ternura enche nossos olhos de amor, admiração e espanto para contemplar a beleza da vida presente em cada pessoa, na criação e nas mais ínfimas criaturas saídas das mãos do divino Criador. É mister para a pedagogia da ternura recuperar, resgatar a imagem esquecida do Deus bom, cheio de ternura, carinho e afeto.
Fonte: O Mílite
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Meditações da Semana Santa – Retiro Quaresmal 2026
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