O Segundo mandamento está em continuidade com o Primeiro. Se existe um único Deus, que Jesus nos revelou como Pai amoroso, nós devemos respeitar sua identidade, sem pronunciar seu Santo Nome à toa.
Por isso, judeus e cristãos incluíram no Decálogo, esta palavra de amor para com nosso Criador: “Não pronunciar o Nome de Deus em vão” (Ex 20,7).
O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica ilustra este mandamento com um texto de Santo Inácio de Loyola: “Não jurar nem pelo Criador nem pela criatura, senão com verdade, por necessidade e com reverência”. Santo Inácio, como todos os santos, falava de Deus com grande respeito, com “acatamento e reverência”, com “humildade amorosa”.
Para falar adequadamente de Deus, só Deus mesmo. Os seres humanos costumam imaginar o Criador como alguém tão alto, tão grande, tão misterioso, que O afastamos de todas as criaturas, incluídos nós mesmos, tornando-o inacessível.
Foi necessário que o próprio Deus se encarnasse, viesse até nós, para revelar-nos o quanto Ele está perto de nós. Jesus é o Emmanuel (Deus conosco). Ele é o rosto humano de Deus. Tão humano, tão humano, que assim só podia ser Deus.
“Cristo veio à terra para que todo ser humano se saiba amado” (Roger Schutz). Sabendo-se amado, o ser humano é capaz de amar. Quem não tem consciência de ser amado, não sabe amar.
Um fariseu perguntou a Jesus: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Jesus respondeu “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua vida e com todo o teu entendimento”. E acrescentou um segundo preceito, semelhante ao primeiro: “Amarás teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22,34-40). Os judeus tinham mais de 600 preceitos, mas Jesus resume todos eles em dois: o amor a Deus e o amor ao próximo.
Jesus ensinou-nos a não jurar: “Não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus, nem pela terra... Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. O que passa disso vem do Maligno” (Mt 5,34-37).
O segundo mandamento, como os outros nove, ensina-nos a nos relacionarmos com Deus e com o próximo. A atitude que devemos ter com o próximo é semelhante à atitude que devemos ter com Deus: respeito, amor e reverência.
Uma pessoa é sinceramente religiosa, não pelo fato de falar muito de Deus, mas por falar e agir de tal maneira, que os outros se sintam respeitados e amados por ela. Leia o texto de Lc 10,25-37 e examine a sua vida, para ver se você é mesmo uma pessoa religiosa.
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
No Batismo, nossa vocação
Toda vocação de um discípulo de Cristo é semelhante àquela dos Apóstolos, enviados por Jesus a todo o mundo para pregar o Evangelho a todas as criaturas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Cfr. Mateus 28, 19-20).
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