“Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço que me chame teu filho. Trata-me como um dos teus empregados”. Então se levantou, e foi ao encontro do pai” (Lc 15, 18-20)
Um homem muito rico possuía uma grande fazenda e muito gado. Tinha um único filho, seu herdeiro, que não gostava de trabalho nem de compromissos. Andava rodeado de amigos, festejando e bebendo. Seu pai o advertia que os amigos só estariam ao seu lado enquanto tivesse o que lhes oferecer, depois iriam abandoná-lo. Ele, no entanto, pouco ligava para os conselhos e preocupações do pai. Um dia, sentindo-se velho e cansado, o pai mandou seus empregados construírem um pequeno celeiro e dentro dele, ele próprio construiu uma forca. Ao lado da forca colocou uma placa com estes dizeres: "Isto é para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai". Depois chamou o filho, levou-o até o celeiro e lhe disse: “Meu filho, já estou velho e quando eu partir, você herdará tudo o que é meu, e já sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados, vai gastar todo dinheiro com seus amigos. Irá vender os animais e os bens para se sustentar e, quando não tiver mais dinheiro, seus amigos irão se afastar de você. Nesse dia, sozinho e sem mais nada, você vai se arrepender amargamente por não ter me ouvido. Por causa disso, eu construí esta forca.Leia MaisSemana do Migrante traz reflexão sobre quem bate a nossa portaQuaresma: tempo de reflexão e conversãoA história de Noé é a reflexão do Páginas da BíbliaSilêncio, reflexão e oração
Ela é para você e quero que me prometa que se acontecer o que estou dizendo, você se enforcará nela”. O jovem riu, achou isso tudo um exagero, mas, para não contrariar seu pai, prometeu que se enforcaria, apesar de ter certeza de que isso jamais aconteceria. Rapidamente o tempo passou e seu pai morreu. Com a mesma rapidez, o jovem herdeiro gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e, até mesmo, a própria dignidade. Num de seus poucos momentos de lucidez, fez uma reflexão sobre sua vida e viu quantas bobagens havia feito. Lembrando-se, então, de seu pai, começou a chorar e a dizer: “Ah, meu pai, apesar de agora já ser tarde demais, perdoa a minha ingratidão!” Magoado, levantou seus olhos e ao longe avistou o pequeno celeiro, a única coisa que lhe restava. Lentamente dirigiu-se até lá e entrou. Ao ver a forca e a placa empoeirada, com a voz embargada, falou: “Nunca segui os conselhos de meu pai. Em vida nunca lhe dei uma alegria, mas pelo menos desta vez vou fazer sua vontade e cumprir minha promessa”. Decidido, subiu os degraus, colocou a corda no pescoço, olhou para o céu e disse: “Oh, meu Deus, quem me dera ter uma nova oportunidade para recomeçar!” Sabendo que nada mais lhe restava, criou coragem e pulou. Sentiu por um instante a corda apertar sua garganta. Mas o braço da forca era oco. Confeccionado com um frágil tubo, o braço quebrou-se facilmente. O rapaz caiu no chão, e sobre ele caíam pepitas de ouro, joias e diamantes. O tubo estava repleto de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: "Meu filho, esta é a sua nova chance, com um beijo de seu pai, que muito o ama!”.
Fonte: O Milite - 378
3º Domingo do Tempo Comum – (Mt 4, 12-23)
Ao saber que João Batista estava preso, Jesus muda de residência. Deixa Nazaré, onde viveu por trinta anos e vai morar às margens do mar da Galileia, em Cafarnaum que, apesar de ser uma grande cidade, não era habitada pela classe nobre dos israelitas.
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
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