O mês de maio é tradicionalmente consagrado a Nossa Senhora. Neste mês dedicado à Mãe de Jesus, rezemos diariamente a intenção de oração da Milícia da Imaculada no mundo todo, ao recitarmos diariamente a nossa entrega pessoal a Nossa Senhora:
“Para que o exemplo de Maria nos ajude a melhorar nosso seguimento de Cristo.”
Abaixo, você encontra o artigo preparado pela Missionária Sara Caneva e a Voluntária Matilde Luvisotto, do Instituto das Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, que atuam na área de formação no carisma da MI. Inspire-se!
Em seu caminho de peregrinação de fé, Maria aprende dia após dia, a acolher em si os eventos da vida, não através do processo dos pensamentos, mas através da experiência da meditação.
Maria conservava e meditava em seu coração o que a vida lhe apresentava, aquilo que entendia e o que não entendia, e assim, unia os eventos da sua existência, os aceitava mesmo se não os compreendesse plenamente.
Nesta atitude vivida por Maria, encontramos um segredo para sermos verdadeiros discípulos do seu Filho: Maria nos ensina a estarmos atentos ao que vivemos, a conservar no coração as experiências da vida, para deixar a Deus a liberdade de preenchê-los de sentido ajudando-nos a ver neles a Sua presença que nos forma e nos transforma. Nada do que vivemos é sem sentido. Em cada experiência, podemos aprender a conhecer a ação de Deus que nunca nos abandona.
Podemos afirmar, sem dúvida, que São Maximiliano viveu essa mesma atitude de Maria e até aprendendo dela a melhor maneira de seguir a Jesus, que não exclui em absoluto, como ele mesmo demonstra, as dificuldades nem sacrifícios:
“A Imaculada nos ensinará a maneira de poder manifestar nosso amor ao Coração Divino, dia após dia, hora após hora, instante após instante, no fiel cumprimento dos nossos deveres comuns e no compromisso de nos conformarmos à Vontade de Deus: Um amor generoso, através do cumprimento de Sua vontade, apesar das dificuldades, dos sacrifícios e das cruzes” (Escrito de São Maximiliano Kolbe 1233).
Maria era, para Padre Kolbe, mestra de vida espiritual e, como sugere anos mais tarde o Papa Paulo VI, “olhando para Ela, Kolbe pôde fazer da própria vida um culto a Deus, e no seu culto, um compromisso vital” (conf. MC 21).
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O compromisso com o apostolado norteou a vida do nosso santo, mas, em 1941, durante a guerra, os invasores selaram as máquinas de impressão, interrompendo a atividade missionária da Cidade da Imaculada. Frente à própria fragilidade e a insegurança de seus irmãos, disse-lhes para que não esquecessem o amor e demonstrou o quanto guardava no coração cada acontecimento:
“Aqui a Imaculada nos faz tocar com a mão a sua proteção. Desde que fomos libertados da prisão, no dia da sua Imaculada Conceição, Ela nos concede cada vez mais novas graças. Oxalá fossemos capazes de corresponder a elas! O amanhã, como em toda a parte neste momento, é incerto, mas sem a Vontade de Deus nada pode acontecer; além disso a Imaculada é a Proprietária e a Senhora aqui, e pode dispor de tudo como lhe agradar” (Escrito 901).
Diante da preocupação dos frades em relação à continuidade da obra da Milícia da Imaculada, respondia:
“Permaneçamos tranquilos. Se a causa da MI é uma obra da Imaculada, estejamos certos de que nenhuma dificuldade poderá prejudicá-la; porém se não é, então que caia. Quando cumprimos o que a consciência nos indica, podemos olhar para o futuro com serenidade, apesar das nossas faltas” (Escrito 942).
Desejo para cada um nós o que desejou Santo Ambrósio já no século IV: "Que em cada um de vós tenha a alma de Maria para bendizer o Senhor; e em cada um de vós esteja o seu espírito, para exultar em Deus!".
6o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 17-37) “Não vim para abolir a lei e os profetas”
Jesus nos fala de maneira bem clara porque veio. E, de forma mais clara ainda, nos dá uma verdadeira lição de cidadania ao traduzir o verdadeiro sentido das leis de Deus. Leis que ele faz questão de frisar que não veio para mudá-las em uma única vírgula, mas sim para colocá-las em prática.
Uma reflexão cristã sobre o Carnaval
O momento é propício para que analisemos tudo aquilo que nos mancha, que nos tira a paz de estar em paz com Deus. É tempo, pois, de iniciar ou persistir no chamado à conversão, preparando nossos corações para a Quaresma.
5o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 13-16) “Vós sois a luz do mundo”
“Vós sois o sal da terra. Mas se o sal perder o gosto salgado, com o que se há de salgar? Já não servirá para nada, apenas para ser jogado fora e pisado pelas pessoas. Vós sois a luz do mundo. Evangelho: (Mt 5, 13-16)
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