Frei Diogo Luís Fuitem
Franciscano Menor Conventual
A devoção a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa tem origem em Santa Catarina Labouré. Catarina nasceu na região da Borgonha, na França, em 1806. Já como jovem, ingressou como postulante entre as irmãs Filhas da Caridade, chamadas de Vicentinas porque a congregação foi fundada por São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac. Como noviça foi enviada para a casa-mãe na Rua du Bac, em Paris. Foi neste tempo de noviciado que ela teve visões de Nossa Senhora.
Exatamente em 27 de novembro de 1830, na capela das Filhas da Caridade, a jovem teve uma visão de Nossa Senhora. Durante a aparição, formou-se um quadro e apareceram as palavras: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Catarina ouviu o pedido de Maria: “Faça cunhar uma medalha conforme esse modelo. Todas as pessoas que a levarem consigo receberão graças”. Coube ao Arcebispo de Paris autorizar a cunhagem do modelo da medalha, com a figura da Virgem Maria com os braços abertos e, de suas mãos, saindo raios luminosos em todas as direções.
Foi sendo chamada Medalha Milagrosa porque vários prodígios aconteceram. Sobretudo em Paris onde uma epidemia atingiu a população, provocando a morte de 20 mil habitantes, sendo constatadas muitas curas e a preservação da saúde de devotos aos quais as medalhas haviam sido distribuídas. Qual é sentido da medalha? É ser instrumento da mediação da Virgem Maria, pois Ela foi escolhida para ser a Mãe do Salvador.
Quem carrega a medalha acredita na intercessão da Virgem Maria e, ao mesmo tempo, se faz apóstolo da fé cristã. A medalha não é um amuleto com poderes mágicos. Ajuda a viver a devoção a Maria Santíssima e a trabalhar pela salvação dos irmãos.
Três anos atrás, eu e um grupo de peregrinos brasileiros visitamos a famosa capela da Medalha Milagrosa em Paris e, em oração, pudemos desfrutar de uma paz mística que o local transmite a todos os visitantes
3o Domingo da Páscoa - “Ao repartir o pão, reconheceram Jesus!” - (Lc 24, 13-35)
Estamos ainda vivendo o período Pascal. O tempo Pascal vai até o Domingo de Pentecostes, por isso dizemos que hoje é o terceiro Domingo da Páscoa e não o terceiro Domingo depois da Páscoa. Acompanhe agora o Evangelho comentado por Jorge Lorente.
2º Domingo da Páscoa – “Nós vimos o Senhor!” (Jo 20, 19-31)
A liturgia de hoje nos fala do encontro de Jesus com seus apóstolos no cenáculo.
Meditações da Semana Santa – Retiro Quaresmal 2026
Ao chegar à Semana Santa, somos convidados a entrar mais profundamente no mistério central da nossa fé, acompanhando de perto os passos de Cristo em sua entrega por amor. Nesta semana, a Palavra nos conduz da cruz à vida nova, revelando um amor que transforma tudo.
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