Frei Galvão nasceu em Guaratinguetá, cidade do interior do Estado de São Paulo e mais precisamente no Vale do Paraíba, em 1739. Era o quarto filho dos onze que a família Galvão teve. Família de origem portuguesa e muito religiosa. Recebeu uma educação primorosa dentro do lar. Em, aos 13 anos, foi enviado para estudar no colégio dos Padres Jesuítas na Bahia onde já estava estudando também outro irmão. Lá permaneceu quatro anos. E, seguida, mudou-se para Taubaté, cidade próxima de Guaratinguetá.
Ele, então, pediu para ingressar nas fileiras dos frades franciscanos alcantarinos, tornando-se noviço. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762. Mostrando intensa piedade e disposição em servir, foi destinado para o convento de São Francisco em São Paulo. Ali exerceu um fecundo apostolado como pregador e amigo dos necessitados. O que lhe valeu o título de “homem da paz e da caridade”.
Era também conselheiro e atendia a comunidade feminina das recolhidas de Santa Teresa. Conheceu a irmã Maria do Espírito Santo e com ela fundou o recolhimento de Nossa Senhora da Conceição. Ao longo de 14 anos construiu para as irmãs o convento que é chamado agora de Mosteiro da Luz.
Ergueu também um mosteiro em Sorocaba. Trabalhou incansavelmente pelo bem do próximo. Certa vez, foi procurado por um senhor que lhe pediu em favor de sua mulher que se encontrava em difícil situação de parto.
Frei Galvão deu-lhe um papel para que fosse ingerido com água pela mulher que estava para dar à luz. No papel estava escrito: "Depois do parto, permanecestes virgem, ó Mãe de Deus, intercedei por nós!". A mulher fez o que o frei havia pedido e teve um parto feliz. Até hoje em dia existe essa tradição dos pequenos papéis, chamados de pílulas de São Galvão, que são distribuídos aos devotos.
O frei viveu seus últimos dias junto do mosteiro que havia construído, onde faleceu no dia 23 de dezembro em idade avançada. Sem dúvida foi alguém que semeou a paz e o bem.
Com toda a razão, ele é exemplo de vida para todo cristão. Cabe a cada um de nós ser sal da terra e luz do mundo, como Jesus nos pediu e Frei Galvão testemunhou em seu tempo. O mundo precisa de novos apóstolos da paz e da caridade! Santo Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, rogai a Deus por nós!
Fonte: O Mílite
3o Domingo da Páscoa - “Ao repartir o pão, reconheceram Jesus!” - (Lc 24, 13-35)
Estamos ainda vivendo o período Pascal. O tempo Pascal vai até o Domingo de Pentecostes, por isso dizemos que hoje é o terceiro Domingo da Páscoa e não o terceiro Domingo depois da Páscoa. Acompanhe agora o Evangelho comentado por Jorge Lorente.
2º Domingo da Páscoa – “Nós vimos o Senhor!” (Jo 20, 19-31)
A liturgia de hoje nos fala do encontro de Jesus com seus apóstolos no cenáculo.
Domingo da Páscoa do Senhor – “Ainda não haviam entendido que Jesus devia Ressuscitar!” (Jo 20, 1-9)
Páscoa é a festa da vitória de Jesus sobre as forças do mal e da própria morte. É o dia da remissão da humanidade. Jesus Cristo, resplandecente e vitorioso, deixou para cada um de nós a certeza da vida eterna.
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