
O Conselho Nacional de Justiça, CNJ, lançou nesta quinta-feira, 15, o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento. A ferramenta auxilia juízes de varas da infância em todo o país na condução de processos de adoção. O programa deve começar a funcionar em outubro.
O novo sistema concentra informações de instituições de acolhimento de crianças e adolescentes abrigados em todo o país e é oriundo da junção do Cadastro Nacional de Adoção e do Cadastro de Crianças Acolhidas, que já existiam.
Com a nova versão, a busca de pretendentes para crianças aptas a adoção vai ser feita de forma automática, conforme as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente. O programa também vai emitir alertas de cumprimento dos prazos processuais das adoções e comunicar aos interessados na adoção sobre atualizações de cadastro.
De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministro Dias Toffoli, o Sistema Nacional de Adoção pretende agilizar a reintegração familiar das crianças que estão em abrigos.
Ainda segundo Toffoli, o sistema vai contribuir para otimizar a adoção de quase 5 mil crianças aptas e que permanecem acolhidas, apesar da existência de 42 mil pretendentes habilitados no cadastro.
(Da Agência Brasil)
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