Igreja

O olhar da compaixão: o legado vivo de Santa Dulce dos Pobres

Seu lema era simples, mas poderoso: "O importante é fazer a caridade, não olhar a quem

Escrito por Núria Coelho

13 AGO 2025 - 11H31 (Atualizada em 14 AGO 2025 - 10H02)

Em um país marcado por desigualdades sociais, a figura de Santa Dulce dos Pobres surge como símbolo de amor, fé e dedicação ao próximo. Conhecida como o “Anjo Bom da Bahia”, Irmã Dulce transformou a compaixão em ação concreta, acolhendo os mais necessitados com coragem e ternura.

Nascida Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, em 1914, Dulce teve uma infância comum, mas desde cedo demonstrava grande sensibilidade pelos pobres e doentes. Ao tornar-se religiosa, fundou uma das maiores obras sociais do Brasil — as Obras Sociais Irmã Dulce — que até hoje oferecem saúde, educação e acolhimento a milhares de pessoas.

Mesmo enfrentando sérios problemas de saúde, Irmã Dulce nunca deixou de trabalhar. Seu lema era simples, mas poderoso: "O importante é fazer a caridade, não olhar a quem.” Em 2019, ela foi canonizada pelo Papa Francisco, tornando-se a primeira santa nascida no Brasil.

Hoje, Santa Dulce dos Pobres é inspiração viva para quem acredita em um mundo mais justo e solidário. Seu legado ultrapassa a fé religiosa: é um chamado à humanidade.

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