A Santa Missa

A vida não é tirada, mas transformada

Ouça agora a homilia desta terça-feira (01)

Escrito por Rede Imaculada

01 NOV 2022 - 13H12 (Atualizada em 01 NOV 2022 - 13H26)

Frei Sebastião Benito Quaglio, OFM Conv. presidiu hoje a Santa Missa no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Fl 2,5-11) e o Evangelho de hoje (Lc 14,15-24).

Na reflexão da Palavra de Deus do, o frade ressaltou que não podemos recusar o convite da Salvação de Deus, e também utilizou este momento para mostrar o significado do Dia de Todos os Santos e do Dia de Finados, “Aprendemos na catequese que existe na Igreja três momentos: primeiro, a Igreja Militante. São João XXIII disse uma vez ‘a Igreja é formada por todos os homens de boa vontade’, portanto tem muita gente que pensa que é diferente dos outros, mas, perante o Senhor, formamos o único corpo, então a Igreja Militante somos nós que lutamos para manter a fé, para testemunhar na caridade o seu amor e olhar para frente a meta da esperança. A segunda é a Igreja Purificada, são aqueles que já passaram pela primeira e estão num estado de purificação porque não se encontram prontos para entrar no Reino de Deus. Eu tinha um professor que comentou que ele via o purgatório como ‘uma sala de visita, onde as pessoas estão se preparando para entrar num lugar especial’, ou seja, ele enxergava uma preparação para a festa definitiva e nós podemos ajudá-los rezando por eles. Este é o Dia de Finados”.

O frei continuou falando sobre o tema “E o dia de Todos Santos é a Igreja triunfante, são aqueles que viveram a fé, o amor e a esperança e estão contemplando a vida eterna. Eu tenha certeza que, os nossos falecidos que souberam viver com amor e alegria, entusiasmo a própria fé, estão ao lado de todos os Santos. Isso deve nos consolar, a vida não é tirada, mas transformada. O que a mente humana nunca imaginou, o que o olho nunca viu, o que o coração nunca sentiu, isso tudo Deus preparou para os Seus Filhos. Seremos semelhantes a Ele e o veremos face a face”.

O frade finalizou a reflexão dizendo que o véu da morte se abre, “Devemos ver o cemitério como um paraíso, como um jardim onde muitos estão lá”.

(Transcrição Maria Paula Maximo)

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