O Frei Sebastião em sua homilia de hoje no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, comentou a Primeira Leitura (Is 7,10-14) e o Evangelho (Lc-1,26-38).
Em sua meditação do Evangelho de hoje, Frei Sebastião destaca que o Papa fez uma reflexão muito bonita sobre esse Palavra de Deus de hoje.
A notícia que o anjo apresentou a Nossa Senhora foi motivo de muita alegria. Portanto, Deus só quer a alegria no coração das pessoas. Cada um deve se sentir chamado com acolhimento e alegria. Nossa Senhora começou seguir um caminho muito difícil.
Como ela poderia explicar a sua gravidez a São José e aos outros? Depois que o anjo se retirou, ela ficou sozinha para enfrentar tudo. Porém, ela tinha um motivo e uma grande alegria em seu coração para ser feliz em carregar no seu ventre o próprio Deus: “O verbo se fez carne e habitou entre nós”.
Assim acontece o início de uma nova civilização. Deus quis se revestir da nossa natureza, caminhar no meio nós e dizer que não é o túmulo que encerra a nossa vida.
O Natal nos leva a refletir muito sobre a motivação da nossa existência. Deus quis nos mostrar que a vida é eterna. Estamos nos preparando para o Natal meditando sobre a encarnação que acontece no ventre dessa jovem.
A Milícia da Imaculada existe, porque acreditamos nessa alegria, que devemos anunciar a todos. Os obstáculos existem, por isso devemos ter a energia para vencer as dificuldades. O valor da vitória é lutar com coragem e vencer.
Ninguém é isento das fadigas, mas se colocarmos em primeiro lugar a alegria na nossa realidade, vamos vencer o desânimo, as contrariedades. Vamos tornar o Natal um novo nascimento para a nossa vida, para a nossa existência. Vendo que essa alegria nos movimenta, nos faz lutar com fé e com amor.
Transcrição Marta Romero
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
O hábito da Fé
A fé é uma das virtudes teologais. E por isso, ela deve ser um hábito diário e não somente um recurso para quando estamos aflitos.
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