Por Padre José Cristo-Rey Garcia Paredes, Missionário claretiano.
Autor de Mariologia. Síntese bíblica, histórica e sistemática.
São Maximiliano Kolbe é para mim uma grande inspiração para a reflexão teológica e mariologia. Ele foi para mim como a ratificação da “parceria” entre Maria e o Espírito Santo no tempo da Igreja e no tempo da vida de Jesus. Creio que ele compreendeu muito bem o significado que tem a Imacualda como a mulher que luta contra os maus espíritos, porque ela é a colaboradora do espírito santo e não colabora com os espíritos do mal. Kolbe desenvolveu um apostolado militante, isto é, que combate os pecados, as injustiças e os maus espíritos que querem possuir a terra e a humanidade. Ele consagra a humanidade à imaculada, àquela que nunca fez aliança com o pecado, com o mau, mas esteve sempre com o Espírito de Deus. Maria é a mulher imaculada, a mulher do Apocalipse, a mulher na qual Deus nos oferece um autêntico discernimento do que é o bem e nos dá energia para lutar e vencer o mal.
Estamos num tempo no qual os símbolos militares têm um certo lastro e não são bem aceitos. Queremos oferecer a cultura da paz. Quando se fala de Milícia da Imacualda, devemos entendê-la de forma profética não como exército ou militância, mas na linha do livro do Apocalipse. Nós, da Milícia da Imacualda, queremos ser os continuadores da luta do espírito de Deus. As forças do mal podem ser da economia, da escravidão ou as forças que não respeitam a dignidade humana, devemos combatê-las. Também as forças do pecado que nos afastam da aliança com Deus devem ser combatidas. Nossa militância é a da amizade com o cordeiro, com o cordeiro de Deus que se sacrifica pela vida do mundo e tem o espírito de Deus para vencer. Na Milícia da Imaculada nós não somos os protagonistas, somos como Maria “cúmplices” do espírito e do cordeiro. Devemos celebrar aqui no mundo a vitória do cordeiro. Devemos celebrá-la na liturgia e também na nossa missão no mundo sabendo que o mal não vencerá e que a vitória final já nos está sendo concedida.
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
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