Leitor 1. Queridos irmãos e irmãs, iniciemos nosso encontro fraterno ao redor da Palavra de Deus, junto com Maria, aquela que gerou a Palavra feita carne. Que possamos viver e partilhar este momento de oração, depositando com confiança no coração de Deus o que trazemos nos nossos corações.
Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
L2. O significado fundamental da devoção a Maria, da referência a Ela, consiste em compreender e imitar sua fé, vivida e associada ao mistério singular de seu Filho. Uma fé transparente também na noite, na escuridão, quando Ela compreende e não compreende o plano de Deus, porém adere a ele intimamente, sem discrepâncias. É consolador e eficaz dirigirmo-nos a Ela na hora da prova e da dor: para que se faça companheira de caminho, nos abra à esperança e siga ensinando-nos que também o caminho da noite pode ter uma grande fecundidade espiritual.
L3. Maria escutava sempre a Deus. Hoje somos chamados a ouvir a Palavra de Deus, que é luz e vida nas nossas vidas. Proclamação do Evangelho de Lucas 2,41-50.
L4. Ao encontrar-se no templo de Jerusalém, símbolo da casa celestial do Pai e símbolo, portanto, da verdadeira morada do Filho de Deus, Jesus declara a Maria e José, estupefatos: “Não sabíeis que é preciso que esteja com meu Pai na sua casa?”. Esta resposta de Jesus revela duas coisas: é a formula do duplo mistério da paixão e ressurreição pelas quais Jesus voltará ao Pai, mistério ontológico de Jesus; por outro lado, revela o mistério redentor: “é preciso”, “é necessário” são expressões que encontraremos no final do Evangelho de Lucas ao falar do mistério pascal: “Não era preciso que o Cristo sofresse tudo isto para entrar em sua glória?” (Lc 24,26).
L1. “E eles não compreendiam o que ele lhes dizia”; diante de tão dura manifestação do mistério e de suas consequências, Maria e José não compreendem. Devem seguir caminhando. Isto explica muito bem nossa dificuldade em compreender o mistério pascal de Cristo. Maria e José, de forma humilde, simples e acolhedora, viveram antes de nós o terrível fato de não compreender. Rezemos esta dezena sentindo a presença materna de Maria nas nossas vidas.
T. 1 Pai-Nosso e 10 Ave-Marias
L3. Refletindo sobre tudo isto, vamos rezar esta bela oração de súplica a Maria:
T. Maria, frequentemente não compreendemos. Faze com que tua humildade e sofrimento ao não compreender nos sustentem no sofrimento, no orgulho e na soberba do nosso não compreender. Cura com tua doçura e perseverança, com teu paciente silêncio a rebeldia que acompanha nossa reflexão sobre a nossa vida, a vida das comunidades e da Igreja. Faze com que participemos do teu “Sim”, que se manteve na maior escuridão, até o momento da cruz e da ressurreição. Amém.
L1. Maria, peregrina na fé!
T. Intercedei por nós
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
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Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
No Batismo, nossa vocação
Toda vocação de um discípulo de Cristo é semelhante àquela dos Apóstolos, enviados por Jesus a todo o mundo para pregar o Evangelho a todas as criaturas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Cfr. Mateus 28, 19-20).
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