O grande São José era carpinteiro de profissão, um pequeno empresário, que usava a maior parte de seus ganhos na carpintaria para ajudar os pobres de sua aldeia. São José escolheu ser pobre das coisas do mundo, e foi abençoado por Deus recebendo o maior de todos os tesouros: foi escolhido para ser pai de Jesus.
São José entendeu o chamado de Deus e de coração o atendeu. Com toda humildade e pobreza acolheu Maria, a Virgem de Nazaré. Casou-se com ela e, com o suor do próprio rosto, proveu o sustento daquele que sustenta o mundo. São José vivia em Nazaré, era descendente do rei Davi, aquele que compôs os Salmos, teve de passar pelo recenseamento em Belém e levou Maria que estava grávida, pois não sabia quanto tempo demoraria para voltar, e não quis deixar em mãos estranhas os valiosos tesouros que Deus lhe confiou: Jesus e Maria.
Algum tempo depois do nascimento de Jesus, foram morar na casa onde Nossa Senhora recebeu o Anúncio do Anjo Gabriel, e essa casa onde passaram parte do tempo juntos tem uma história muito especial: essa casa milagrosamente foi transportada por anjos, no século Xlll, de Nazaré para a cidade italiana de Loreto. Sim, inteira, de forma milagrosa, e está até hoje nesta cidade onde é reverenciada por cristãos. Mas o que quero frisar neste milagre da santa casa da Sagrada Família é a humildade dessas paredes.
Sendo São José um pequeno profissional autônomo, poderia ter tido um pequeno palácio, empregados e até escravos para cuidarem de Jesus e de Nossa Senhora, mas eles entenderam que os maiores tesouros não são os deste mundo, por isso viveram totalmente desapegados, em uma casa que, comparada com as casas dos dias de hoje, faze a mais humilde moradia de uma favela parecer um palácio.
Nas Sagradas Escrituras, São José é silencioso, as passagens que falam dele se resumem ao período do nascimento de Jesus. Mas ele não fala nada, só é citado. Ele também é invocado como patrono da boa morte, pois teve a mais privilegiada de toda humanidade, tendo de um lado Nossa Senhora e do outro Jesus.
Quando estivermos passando por tentações contra a pureza, ataques espirituais, falta de humildade e de fé invoquemos São José para que alcancemos as graças que este grande santo nos reserva.
Oremos
A vós, São José, recorremos na nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio da vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança, solicitamos o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes para com o Menino Jesus, ardentemente suplicamos que lanceis um olhar benigno à herança que Jesus Cristo conquistou com o Seu sangue, e nos assistais, nas nossas necessidades, com o vosso auxílio e poder. Amém.
Fonte: Jovem Mílite
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
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