Após sobreviver a um grave acidente de carro, Dom Sebastião Bandeira Coêlho, bispo de Coroatá, no Maranhão, partilha um testemunho profundo de fé, gratidão e compromisso com a missão. Em entrevista, ele afirma que reconhece no episódio um sinal claro de que Deus ainda o quer a serviço do povo: “Se estou vivo, é porque ainda tenho uma missão a cumprir”.
O bispo também destacou o papel decisivo da população carente no momento do resgate. Segundo ele, foram pessoas simples, muitas vezes invisíveis aos olhos da sociedade, que se tornaram instrumentos de cuidado e salvação. “Foram os pobres que me salvaram. Isso fala muito ao meu coração e reforça o Evangelho que somos chamados a viver”, afirmou.
Ao refletir sobre a realidade da diocese, Dom Sebastião relaciona sua experiência com o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, que aborda a questão da moradia. Ele chama atenção para as condições precárias enfrentadas por muitas famílias e reforça a urgência de olhar com mais sensibilidade para essa realidade. “Não podemos falar de fraternidade sem considerar onde e como vivem nossos irmãos. Moradia é dignidade”, destacou.
O testemunho do bispo une dor, fé e esperança, e se transforma em um convite à solidariedade e ao compromisso com os mais vulneráveis. Para ele, a vida, preservada em meio à fragilidade, ganha ainda mais sentido quando colocada a serviço do próximo.
Acompanhe a entrevista!!
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