O Padre Maximiliano Mota (MIPK) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Is 58,1-9a) e o Evangelho de hoje (Mt 9,14-15).
Em sua homília, Padre Maximiliano destaca que a liturgia da Palavra de hoje nos traz um dos principais temas de conversão que é a prática concreta da renúncia e da penitência que é o jejum.
Nos dias de hoje praticamos a renúncia do jejum de diversas formas. Pode ser por questão de estética ou de saúde. Renunciamos a tantas coisas em vista de conquistarmos outras coisas.
A liturgia de hoje nos fala do jejum como prática concreta da fé, uma renúncia, em vista do nosso encontro com Jesus. No Evangelho as pessoas perguntam sobre essa prática ao mestre e Ele explica que naquele momento eles devem estar alegres, pois Jesus estava ali com eles.
Nós jejuamos não porque o Senhor não está entre nós, mas é o nosso coração que não está repleto de Deus. Nós precisamos nos converter todos os dias e esse jejum se torna sinal concreto do desejo de conversão.
Também é para equilibrar a nossa vida, colocar cada coisa no seu devido lugar, renunciando aquilo que é supérfluo e ficando com aquilo que é essencial, que é viver com Jesus.
O tempo quaresmal, embora seja um tempo de penitência, é um tempo de alegria. No caminho da libertação, do qual o jejum é um sinal, aprendemos a dizer não às coisas que vão se apegando à nossa vida.
Não somos chamados a renunciar somente ao alimento, mas a tudo que nos leva ao pecado, que aos poucos vão se incorporando à nossa vida.
Devemos abraçar o caminho da vida com Jesus Cristo. Esse desapegar faz brotar uma alegria única da presença de Jesus em nosso coração. A liturgia nos faz aprofundar como deve ser o nosso jejum. Não um gesto só para cumprir preceitos e continuar a praticar injustiças, oprimir as pessoas. Jesus quer de nós uma conversão sincera de coração.
De fato, devemos mudar o nosso agir, pois é mais profundo uma mudança de vida para o bem do que renunciar um alimento.
O jejum deve corresponder a nossa vida e fazer de fato uma limpeza. Que esse tempo de conversão e de graça nos faça chegar mais próximos de Jesus, e nos ajude a viver a santidade, nos ajude a viver esse tempo santo.
Transcrição Marta Romero
6o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 17-37) “Não vim para abolir a lei e os profetas”
Jesus nos fala de maneira bem clara porque veio. E, de forma mais clara ainda, nos dá uma verdadeira lição de cidadania ao traduzir o verdadeiro sentido das leis de Deus. Leis que ele faz questão de frisar que não veio para mudá-las em uma única vírgula, mas sim para colocá-las em prática.
Uma reflexão cristã sobre o Carnaval
O momento é propício para que analisemos tudo aquilo que nos mancha, que nos tira a paz de estar em paz com Deus. É tempo, pois, de iniciar ou persistir no chamado à conversão, preparando nossos corações para a Quaresma.
5o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 13-16) “Vós sois a luz do mundo”
“Vós sois o sal da terra. Mas se o sal perder o gosto salgado, com o que se há de salgar? Já não servirá para nada, apenas para ser jogado fora e pisado pelas pessoas. Vós sois a luz do mundo. Evangelho: (Mt 5, 13-16)
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